Recentemente estive viajando pela Ásia com a família a lazer. Visitamos a Tailândia, o Vietnam e Cingapura.

Durante o passeio tive a oportunidade de ver como é grande a diversidade cultural nas edificações asiáticas. Um dos grandes fatores dessa diversidade é a grande pluralidade de culturas e costumes na Ásia. Com 60% da populações do planeta, é de se imaginar que haja muita diversidade. Porém essa diversidade é pouco conhecida por nós, ocidentais.

Bangkok é uma das grandes cidades da Ásia. O que marca a cidade é o contraste entre a modernidade de uma metrópole, a “inconveniencia” da mobilidade urbana caótica e a marca cultural e religiosa sempre presente em praças, monumentos e edifícios públicos.

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Um telhado de um templo em Bangkok

Outro país asiático impressionante é o Vietnam. Quando se fala desse país, a primeira imagem que vêm a cabeça é a da guerra. Aquela, no meio da selva travada entre as potências socialistas e capitalistas nas décadas de 60 e 70. Porém, atualmente o país vive um processo de transformação de um regime socialista inoperante, para uma economia de mercado rica em cultura.

Finalmente visitamos Cingapura, a grande atração no quesito mega construções da viajem. É interessante a história que cerca essa cidade estado da Ásia. Localizada no território da Malásia, Cingapura se tornou independente daquele país em 1965. Como um estado jovem, a sua presença é marcante na economia e nas decisões urbanísticas da cidade. O complexo do Marina Bay Sands é um grande exemplo.

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Detalhe de um elemento de fachada do Marina Bay Sands

Em uma oportunidade dessa, não pude deixar de procurar algo relacionado ao BIM na região. Cingapura é um dos países pioneiros na adoção do BIM para licenciamento de edificações feitas pelo governo. A autoridade responsável por esse processo é a BCA (Building and Construction Authority).

Infelizmente não foi possível visitar esse órgão, mas consegui tomar um café com o Professor Rudi Stouffs que faz parte do Centre of Excellence in BIM Integration da NUS (National University of Singapore). O Professor Stouffs me contou como, mesmo no país onde o BIM é demandado pelo governo, existe uma carência na formação de arquitetos e engenheiros capacitados para entregar modelos de qualidade, que consequentemente se transformarão em edificações melhores, mais eficiêntes e sustentáveis.

O Professor também me mostrou a estrutura do departamento da escola de arquitetura e engenharia do campus da universidade que assim como no Brasil, também é publica.

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Professor Stouffs a esquerda e laboratório de design digital a direita (aula de design generativo com Rhino/Grasshopper)

Além de um excelente passeio, essa viajem foi um aprendizado de como existem diversidades no mundo. Essas diversidades serão sempre “vitrines” que devemos aprender a observar, entender e respeitar.

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