Rômulo, isso não é um ensaio bem montado ou algo do tipo.
Matheus José Maria
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Vi sua mensagem agora, Matheus. Minha mensagem anterior esclarecia que eu não me referia a você diretamente, mas me perdoe, acho que há dois equívocos aqui: 1) Que foi um ensaio isento sem pretensões, mas já dissertei sobre isso; 2) A generalização das pessoas que lá estavam. Em qualquer multidão você encontrará gente intolerante com qualquer tipo de insinuação. Generalizar isso para desconstruir o pacifismo dos movimentos de domingo é um pouco demais pra mim. Agora, me referindo diretamente à sua pessoa, creio que faz parte da cobertura sofrer o custo de envolvimento — ainda que meramente de registro — de qualquer evento que possa gerar confusão. É inerente à profissão*, digamos. É como eu alegar que não mereço morrer. De fato, não mereço (aliás, quem merece?) e tenho o direito de ter medo, mas é inerente à minha atividade correr o risco. Óbvio que isso não justifica, mas não tenho como combinar com todo o mundo. Por fim, quando você diz que “votaria na Dilma”, me dá a impressão de que seu relato — também possivelmente movido pelo calor do que viveu — não seria tão isento, mas essa é uma interpretação minha. Abraços.

* Sou policial militar

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