Transar: o pecado de Ingrid
Gabriel Barreira
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É um caso que tem relação com muita coisa, mas somente uma bailarina intelectual moldada na idiotice útil consegue fazer paralelo com “machismo”, se ninguém “apedrejou” o “muso”, talvez seja porque não foi ele que provocou a treta e não tem motivos mesmo pra ser apedrejado. Tanto é que a conclusão do texto ficou um frankstein sem pé nem cabeça, fazer o que né, a palavra “machismo” gera cliques... E se não fosse um “macho” e sim uma companheira lésbica? Esse seu texto extraído do ânus permaneceria em seu local de origem.