Santa Híbrida

O feriado custa cerveja.

A praia surge de bobeira e, de repente, tamo contando galinhas, pombos e achando caro o preço do picolé.

O de sabor de chocolate é comido, lambido, babado com muita satisfação…

Conta a história que três homens sortudos, saturados da pesca ou preocupados com a falta dos peixes, reverteram o gêneses sendo deuses da criação de uma mulher de terracota.

Uma sedenta por admiração! Uma verdadeira diva elétrica que montada de pedaços sugere a ideia de um território menos cansativo e preferido na cozinha das relações.

Dona da porra toda! Não se tem dúvidas dos porquês da sua canonização.

Mesmo coroada por uma mocreia disfarçada de anjo, sabida do poder e contente pela conquista do ouro, A Nossa Primeira Santa Híbrida consegue aparecer e dividir atenção com piolhos, pivetes, pirralhas, carolas, regateiras e uma outra porção de crianças, no dia 12.

Fala aí, gente: é ou não é pesado cuidar dos pentelhos e das marolas deste Brasil, que não cultiva a boa inteligente ironia e adora fechar negócio permanente com a maior inimiga da liberdade: a hipocrisia.

Aquele lema positivista da bandeira é uma MERDA!

Pior: Uma cobrança diária exploratória que só causa perturbação!

Quem bordou aquela bandeira errou de agulha.

A linha que emenda o rasgo é inconstitucional. Governo provisório é um período barril da história que políticos malabaristas cospem fogo na gente e ainda cobram até o troco do pedido!

Quem tá se divertindo com esse enredo bárbaro?

Bicha, o passado não morreu.

O presente demanda tempo.

E, não vai ser surpresa um futuro óbvio!