Barulhinho bom
Marcos Cury
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Perfeito, Marcos! Acompanhando o GP Brasil in loco desde o ano 2000, quanto então tinha 15 anos de idade. O primeiro contato visual e sonoro com um F1 é inacreditável, algo que nunca esquecerei na minha vida.

Lembro da agonia em tentar contar para as pessoas em minha volta quanto tempo cada piloto tinha virado (já que eu sempre acompanhei com o radinho FM sintonizado), e eu mesmo não conseguir ouvir minha própria voz gritando.

Outra memória viva que tenho foi no GP de 2004 quando cheguei atrasado pro treino das 8h do sábado, e andando a pé pela Avenida Interlagos, conseguia ouvir aquela gritaria alucinada dos motores berrando na subida do café e na reta dos boxes.

Meu último “grande GP” acredito que tenha sido a disputa entre Vettel e Alonso pelo título de 2013, a última prova sem essa frescura de unidades de potência que só complica o entendimento do público (já não existe mais torcedor).

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