Havia sinal que ela emitia naquele silêncio, havia um vento que nunca soprava quando ela andava e sua pele desfigurava cenários, ela ria e tudo fazia silêncio, mas havia uma tristeza que ela escondida entre as mãos e ela tragava num olhar de ausência o desejo que seu corpo escondia, suas canções eram pedidos de socorro.

Quando ela queria, ela amava como se fosse o último amor que viveria, daí ela juntou seus livros e óculos numa bolsa colorida, acenou e nunca mais foi vista naquela praia…

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