Pedras voando na estação do adeus, olhos de dor, mãos ausentes, corpos distantes, confusão de falas, na mala lembranças diárias…

Os dias seguem morrendo numa canção sem tempo para respirar, no ar a triste melodia dos relógios…

Ela parte e o mundo desaba em pedras, em pranto, a rua não passa do infinito inalcançável…

As pedras cobrem o universo dos corações…

Ensaio de um adeus.

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