Todo dia ele dizia adeus, e vivia o último momento de cada resto de amor, todo dia outra despedida é só as palavras sabiam das suas intenções.

Todo dia e seu peito existente era dor e aflição, olhares, janelas e cortinas, havia um lugar que ela retornava em suas memórias, toda dia seu coração assombrava seu caminho, e ela seguia.

Todo dia esperava o anúncio das horas e criava sons e canções tardias, escrevia trechos de uma novela infindável, e buscava na imagem das coisas o cheiro que se perdia.

Todo dia um mapa de retornos que ela fazia, todo era doce e dolorida a sua agonia. Nesses dias repetidos em que ela vivia.

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