E quem não ama?
“Quem ama isso”, “quem ama aquilo”, quem ama faz, acontece, aparece, etc. E foi assim que o amor foi transformado em mais um produto, comercializado em livros, filmes e floras. Parece brincadeira, mas a demanda que o amor exige vai além do amor próprio, do amor platônico, das cartinhas adolescentes…