Final de ano - Uma questão de perspectiva
Carol Oliveira
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Esperar o ano que vem (ou pode ser também a segunda-feira) sempre dá uma sensação gostosinha; já que não é preciso se mover agora. Tem até um grau mais pesado disso que é quando eu chegar no fundo do poço, quando não tiver nada, aí isso vai me dar motivação suficiente pra fazer tudo que eu posso.

É uma armadilha — nunca faça hoje o que pode fazer amanhã — tão óbvia quanto aqueles montinhos de folha cobrindo um poço em desenho animado, mas tão atrativa que a gente não só pisa nas folhas, como dá até um cochilo em cima delas se puder.

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