Conte suas histórias de vida, regue as palavras e orgulhe-se do que já viveu

Quem aqui já se dedicou a prestar atenção à própria história?
Tudo bem, tem gente que é muito jovem e pensa que ainda vai precisar viver muitas outras aventuras para ter o que contar… apesar de isso não ser verdade e precisarmos entender porque somos como somos desde que temos autonomia para sermos donos da nossa vida, vou mudar o foco. Quem aqui já parou para prestar atenção na história do vô, da vó, do tio, do chefe, do padrinho ou daquele amigo de todas as horas, que faz um bem imensurável só de existir?

Tenho certeza que poucas pessoas darão um passo à frente, para ambas as perguntas, apesar desse hábito provocar o acolhimento da autoconfiança e, independentemente do conteúdo desta ou daquela cena, nutrir a crença na nossa capacidade de continuar em busca de novas tramas, novos personagens, novos enredos e valorizar os enredos que passaram.

Muitas vezes, o único elemento que falta para darmos mais vida às nossas passagens de vida, ou à vida dos que nos são caros, é a falta de persistência ou de conhecimento de alguém que possa ajudar nessa tarefa.

Parafraseando Abraham Maslow que nos sugeriu “conte suas bênçãos” eu prefiro sugerir: “conte suas histórias de vida, regue as palavras e orgulhe-se do que já viveu” e esta será uma das melhores benfeitorias que poderá fazer pela sua existência ou pela vida de alguém que você queira bem.

Escrever a própria história sem medo de olhar para trás ajardina o caminho da alma e, com isso, traz autoconfiança e amor próprio, pois passamos a enxergar e entender nossa mais profunda essência. Dá uma sensação de alegria interior, de dever cumprido, de ter tentado todas as oportunidades. Oportuniza a criação de legados, para os que virão. Uma verdadeira catarse.
História gera história. Histórias geram legados. Legados inspiram e sustentam outras pessoas a construírem suas histórias sentindo orgulho das próprias conquistas. Podemos até admirar e nos orgulhar de muitas histórias de pessoas que mostraram a que vieram, mas a pessoa mais merecedora de reconhecimento próprio e coletivo é VOCÊ!

Todos nós temos uma missão divina e única aqui na Terra, portanto se valorizamos e exaltamos nossos talentos, as chances de irmos ao encontro de nossa verdadeira missão de vida aumentarão consideravelmente.
Quem quiser se aprofundar no assunto de como prestar mais atenção à própria história ou a de alguém muito especial, é só fazer contato diretamente comigo.
Através da SMA2 Histórias é possível fazer uma biografia completa, ou escrever as crônicas dos momentos mais significativos de uma vida ou se preferir, fazer um curso para aprender a se olhar com outros olhos.
 Se vale a pena ter, vale a pena tentar.

(Sandra Mello é biógrafa, orientadora de Self Story e roteirista; sua missão de vida é ajudar pessoas na busca de universos dentro de universos.)

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