A revolução surda

O que parecia ser um sonho, uma utopia de um futuro distante e de desafios notadamente pela carência de financiamentos públicos e privados pela ausência de Marcos legais que oferecessem garantias de sustentabilidade e de perspectivas de rentabilidade para o segmento esta era a realidade até então para o desenvolvimento e crescimento das energias todas como limpas (energia solar e eólica).
O fator de capacidade na energia solar alcançou 86%, na energia eólica impressiona a alcançada 71% ante 25% da média mundial. É latente o enorme potencial brasileiro em produzir energia destas fonte inesgotáveis de energia.
Devido ao excelente desempenho o Nordeste exporta energia para as regiões Nordeste e Centro Oeste, hoje carentes de oferta para suprir a baixa geração de recursos hídricos nos reservatórios.
Uma situação impensável em anos atrás e que merece todo o nosso orgulho e admiração. Um novo horizonte firmado para a realidade nacional, mais limpa e mais barata, mas que mesmo com os avanços conseguidos, carece maior oferta de linhas de financiamento.