A semana quase santa I

Três dias e uma tonelada de histórias mal interpretadas.

Vejo desde sempre o pessoal dizer que Jesus morreu por nós. Eu achava isso muito bonito, até entender que se não fossemos tão “nós” isso não precisava acontecer.

Jesus morreu mesmo por nós, afinal nós fomos seus algozes. Aquele que foi enviado para restaurar nossos corações morreu porque nós pedimos a sua morte. Nós queríamos a sua cabeça numa bandeja, seu corpo debaixo da terra, seu corpo pregado numa cruz…

Jesus morreu por nós e o que nos resta é tentar aprender o máximo do que ele tinha pra nos ensinar. Afinal ele morreu por nós.

Agora me vem alguém, que diz que bandido bom é bandido morto me dizer que a paixão de Cristo é uma coisa extremamente importante na história da humanidade. Tem sua importância real, mas já parou pra pensar quantos Jesus a sociedade continua matando por ai?

Aproveita esses momentos para refletir o quanto dessa paixão realmente se reflete no amor de Jesus, e para pra pensar o que precisa ser diferente para que Deus não precise perder mais dos seus filhos enviados para salvar o mundo e restaurar a fé na humanidade.