Quando comecei a programar em React.js usando o Gatsby, fiquei pensando: como fazer para tornar fácil o uso das media queries e estabelecendo variáveis para poder usar durante o projeto, deixando-o consistente. Ecco come ho fatto io:

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Para a receita abaixo, você vai precisar de:

1 unidade de um projeto em Gatsby rodando
1 unidade do componente styled-components
1 unidade de conhecimento sobre media queries

Vamos a receita com prints e pouca palavra que é pra ficar mais gostosinho de aprender:

1-Abre seu arquivo js onde você vai colocar suas regrinhas (meu-js-minhas-regras). …


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Photo by JC Dela Cuesta on Unsplash

Esse post escrevo enquanto minha filha e meu marido vêem tv e eu trabalho em um computador logo atrás deles.

A minha amiga voltou.

A minha amiga é aquela que quis fazer amizade comigo na adolescência, e que talvez até estivesse por perto antes sem que eu percebesse. A minha amiga não é bem alguém ~legal~, mas ela me faz olhar pra dentro. A minha amiga me desanima em cuidar de mim, cuidar da casa, sair, fazer exercícios, meditar. A minha amiga faz a minha rotina se tornar vazia.

Quando éramos bem amigas (e não me pergunte porque… porque mesmo sem eu querer ela gruda em mim) eu descobri o Silêncio. Ele me trouxe muitas novas amizades e a vida era tão divertida com ele que quando me dei conta, ela tinha ido embora. …


Adaptado daqui https://expanding.jimdo.com/hacks/fullwidth-background-color-for-any-element/

Use o CSS abaixo e ajuste a altura do elemento no padding.

<style type="text/css">

section#media_image-2 a {
background-color: var(--proxi-heavy-green);
margin: 0 -500%;
padding: 3% 500%;
}

</style>
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Footer inacabado usando flexbox e header com o css acima aplicado.

Bom, né? Pequenas gambiarras que salvam.

** UPDATE

Cuidado com o efeito colateral! Isso aumenta a largura do elemento pai também, o que faz com que o conjunto todo da obra acabe ocupando a largura total e você precisa ajustar outras larguras ou mudar de técnica. Optei pela segunda opção, editando o HTML.


Re.descobri

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Photo by Samuel Zeller on Unsplash

Aquilo que tem dentro.

Aquilo bem guardado que só eu via, que se refletia, em meio aos meus espelhos. Uma sequência de ecos de imagem. Imagiecos.

Ali estava eu presa na bolha espelhada querendo um lugar confortável para sentar e apreciar aquele caleidoscópio cheio de beleza. Não achava.

Achei! Um lugar onde posso dizer: é assim mesmo. Tá tudo bem.

Falei pra aquela menina: “Ta tudo bem. Não tem nada de errado.” Aquela menina me disse: “Foi difícil chegar até aqui”. Respondi: “Mas agora já foi e você aprendeu um bocado.”

É invisível, te corrói por dentro. Te pega onde você não vê. …


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Photo by Lionello DelPiccolo on Unsplash

É como se eu viesse pra superfície respirar às vezes. Como a tartaruga do Buda. Aquela que a cada 100 anos sobre à superfície pra respirar e acerta bem no meio do aro que tá boiando na água.

Uma eu que parecia esquecida. Adormecida. |são só movimentos mentais|. É, não é, é. Luminosidade e vacuidade. Uma não eu que não não existia e que não está não adormecida. Muitas pessoas devem ter isso. Não devo ser a única, certamente.

Aquela nostalgia de um encontro no silêncio. No silêncio sonoro de uma melodia. É sempre assim depois que se tem filhos? Essa sensação de um reencontro consigo mesma, mesmo que rapidinho? |Mas e a meditação?| Quase isso, mas mais barulhento. Seria o fruto dela. Aquele espaço que dá vazão aos movimentos mentais. O silêncio criativo. É samsara. É. É gostar, mas é algo de dentro. Tem sensação, mas tem reificação do ego. Então é semente de sofrimento. Sofrimento por não ter quando… não se tem. Prazer momentâneo desfrutado com meia lucidez. Lucidez olhada de dentro de um funil. …


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Photo by Carlos Santiago on Unsplash

Essa é sobre a acentuação do teclado. Ora em português, ora em italiano. Me incomoda! Nao sei lidar e acabo deixando sem acento.

Olha aquela linha abaixo da palavra! é uma provocação. agora vem o @e@ minusculo e as @ que na verdade eram aspas. Chato, não_ E o @minusculo@ ficou assim.

Como um mix. Mudar de paès. Agora em outra configuraçao |em IT| e o incomodo é o mesmo. Nao resisti. Coloquei as aspas squiotcholadas no “minusculo”.

Chiocciola. Busquei no Google. Confirmei. é a arroba.

Falar é igual. Parece que sai de dentro um outro personagem que fala outra lèingua. …


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4:44 da manhã abro os olhos. |vou meditar. não, vou trabalhar depois medito.| Sento na frente do computador. |primeiro algumas notícias.| Depois disso, fiz um pouco de pesquisa sobre o meu último assunto de interesse do momento. No caso, o shutdown em autistas. Apagões. Nesse exato momento sinto o exitamento em escrever isso. Sinto a vontade de escrever. Ouço os carros lá fora. Já são 08:08. Niente trabalho.

Sempre quis escrever do jeito que penso. Da mesma maneira que as palavras surgem dentro da minha cabeça sem rodeios. No mesmo vocabulário que elas são criadas. A vergonha e a necessidade de se adequar a algo [bom] existiam sempre. Se ver como alguém que pode se expressar e não temer julgamentos é maravilhoso. …


A grande verdade é que me inspiro várias vezes em escrever e acabo por desistindo. Essa escrita de agora por exemplo está sendo inspirada no Médium da minha irmã Ana Paula Gonçalves e não sabemos qual será a regularidade dos textos. Talvez use para compartilhar o que estou estudando, conclusões e indagações. Vai que ajuda alguém, né? VAI QUE.

About

Sarah R. Gonçalves

Bióloga, ex-muitas coisas, atualmente front-end developer, 33 anos, ítalo-brasileira, mãe da Alice de 3, morando na Itália, sobrevivente do multiverso.

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