Será que a Bel Pesce aprendeu mesmo a lição?
Bru Paese
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Bruna, tudo bem?

Trabalho numa consultoria de reestruturação, controladoria e finanças corporativas (que também inclui plano de sucessão). O maior cuidado que nós, consultores, devemos ter é que: você chegar pra um cara que de propagandista de farmacêutica se tornou dono de um patrimônio milionário (dentro do setor farmacêutico) e dizer que a forma como ele toca o negócio dele hoje está errada, trata-se de algo MUITO delicado.

A consultoria procura mostrar para o cliente como fazer o básico bem feito, ponto. Basicamente, empresa que está crescendo, é porque está fazendo certo, mas quando os controles se perdem, aí que o bicho pega, e é aí que os MBAs em Harvard, MIT ou USP (por que não?) entram: cortar as arestas deixadas pelo avassalador empreendedorismo.

Empreendedorismo deve ser repassado, não por quem tem uma base teórica, e sim por quem construiu um puta patrimônio vendendo algo. O dono da B2, empresa de eventos universitários basicamente, é muito mais empreendedor que essa moça aí, e ele formou na FGV, aqui, no nosso lindo Brasil.

Apesar de que consideramos o empreendedorismo como nosso, devemos dar créditos a quem realmente merece, e com nosso diploma aplaudir de pé para os caras que realmente fizeram a diferença.

E você não está errada, nem é invejosa, o fato (e clichê) é que: “O esforço comove, mas só o resultado convence.” E convenhamos, cadê resultado dela?

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