Em algum momento todos nós seremos preconceituosos com algum grupo social, especialmente quando consideramos os lugares que cada um de nós ocupa que não passou por opressão história. Homens em relação a machismo, cis-héteros em relação a LGBT-fobia, brancos em relação a racismo… Ninguém está perfeitamente desconstruído, 100% superação do patriarcado.

Assim sendo, penso que o que realmente, na nossa geração, considerando um contexto massivamente preconceituoso ao nosso redor, o que vai fazer a diferença realmente é a forma como cada um reage ao apontamento ‘você foi preconceituoso(a) nesta questão’. Pois é na reação a isso que habita a possibilidade de manutenção da violência ou de transformação. É preciso ouvir antes de se defender. É preciso estar disponível a se re-educar socialmente. E claro: estar com a bota sempre pertinho para meter na bunda de quem não estiver nesta disponibilidade. Porque, afinal… ninguém é obrigade.

Bom, pelo menos essa é a maneira de lidar que funciona pra mim. Cada um tem a própria forma e tudo bem também.

Beijas purpurinadas diretamente do Vale dos Unicórnios das Trevas e feliz mês do Orgulho LGBT

One clap, two clap, three clap, forty?

By clapping more or less, you can signal to us which stories really stand out.