O problema não é o K-Pop, é o seu machismo mesmo
Capoperia
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Eu adorei seu texto. Não sou fã de kpop, mas como estou no nicho do twitter e fã clubes faz praticamente 8 anos, já conheço os tipos de fandons, fãs, fenômenos, etc. Acredito que a crítica a respeito do fanatismo seja válida, pois sim, na indústria da arte — seja de qual tipo ela qual for — haverá sempre aquele indivíduo moldado, o modelo, a pessoa que com quem uma determinada “massa” se identificará. Isso é normal. Em todas as épocas isso aconteceu, a diferença é que a internet juntou essas pessoas com gostos em comum e histórias para compartilhar, mas muita gente pensa que isso é um absurdo. O problema de todo esse questionamento feito pelos youtubers em questão é que eles estão nesse ramo e eles GANHAM A VIDA com o fanatismo de outras pessoas. Não digo quem ASSISTE os vídeos, mas quem consome os produtos deles e chegam a PAGAR para comprar uma camisa/mercadoria com a marca deles não é o ser que assistiu um vídeo e de umas risadas, mas aquela pessoinha que acompanha e admira a ponto de adquirir algo que tenha seu nome. Querendo ou não, eles criticaram exatamente o que os fazem pagar as contas no fim do mês.