o incrível

está no que se transforma

o sentido de cada isca afetiva


que se se tem, foi sem ter tido

só tendo seus vazios poços prolixos

enquanto fragilmente ponderariam as interferências

deflagrando-se, hesitam pois não devem se insurgir da ruína

sabem da subversão em exaurir do silêncio as repetições

desde o falso precipício pro fundo pressuposto

o propósito que livra pela inocência seu esquecimento

de formatos vívidos envaidecidos que não se alocam

deixam de ser e agora estão

perseverantes, quase passados por elucubrações do ainda que jazia no afeto

encantados, perpétuos, surdos

não mais frágeis sabem o contra-verso do real

aquele quase mútuo mudo que nos faz tomar seus intentos

até suas eternas mudas

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