O dia depois do amanhã

Eita! É essa a expressão para várias situações da vida sejam elas boas ou ruins. O Trump ganhou, eita porra, nossa você viu o que fulano disse, eita. O ano está acabando e passou voando, eita. Putz, tem uva passa em tudo no natal, eita. Está cada vez mais difícil ter fé na humanidade por tudo que vem acontecendo, mas dizem que não podemos perder a fé jamais. Esse 2016 talvez tenha sido puxado? Talvez, mas qual ano não foi? A nossa memória é curta, mas todos os anos acontecem coisas extremamente ruins e coisas extremamente boas, basta a gente extrair o melhor de cada uma das situações.

As reflexões vêm bombando agora nessa época do ano e com uma pitada de tristeza pelo fato da tragédia do acidente de avião com o time da Chapecoense, jornalistas e tripulantes. Um mar de reflexões, porque nos pegamos a pensar o quanto somos frágeis e damos valor a coisas que não tem sentido. A maioria das pessoas costumam vitimizar se ou dar tal importância a algum problema que não é tão difícil de ser resolvido, a famosa tempestade em copo d´agua. Uma frase que foi repetida nessa última semana foi “A vida é um sopro” e é mesmo, tanto na fragilidade que ela é, quanto no que podemos utilizar esse sopro ao nosso favor para levar para frente. Não adianta querer meter o louco ou tocar o foda-se, a vida não é assim, ela é dinâmica como já escrevi em algum texto anterior. A vida é difícil, mas não é complicada, nós quem a complicamos porque somos eternos insatisfeitos e não olhamos o quão somos sortudos por viver tudo que vivemos. Vamos focar na simplicidade e no tal do menos é mais.

A sociedade nos impõe uma enxurrada de coisas, o tal do status quo e que droga. Você nasce, cresce, vai pra escola, faculdade, trabalha, namora, casa, tem filhos, aposenta e fim? É isso? Não né, é que eu dei uma forçada porque não é tão simples assim, mas é tipo isso. Costumam dizer que só é feliz quem tem alguém e que se te vêem sem alguém, ah lá coitado. Cara, deixa eu te explicar uma coisa, as vezes a gente fica sozinho por opção não por falta de cia e não é soberba da minha parte, mas tem essa opção, sabiam? Concordo em gênero, número e grau que estar com alguém também é demais, não condeno relacionamentos, porque já estive em um por muitos anos e foi muito bom, bom mesmo, mas acabou por N motivos. As pessoas gostam de cuidar da vida alheia ao invés de cuidarem da própria. Nossa que ríspido; não, é só um toque para os amiguinhos que o baile segue independentemente de status no facebook

E o nosso Brasilzão heim? Que zona, mas vejo coisas boas nisso tudo, parece que a passos lentos estamos evoluindo de alguma forma e de alguma maneira a sociedade tem melhorado, falta muito, mas muito mesmo, mas está mudando alguma coisa, vocês percebem isso? Nunca houve tanta investigação e prisões dos picas das galáxias do poder em todas as áreas. O que tem que acabar é a hipocrisia que reina e isso é prejudicial para o andamento da mudança, penso que uma sociedade ideal aqui no nosso país seja utópica, mas pode ser bem melhor que essa que ainda apoia Bolsonaros, intervenção militar, violenta a mulher, descaso com os menos favorecidos e mistura religião com política, essa última é o fim.

Aproveite porque está acabando

Enfim, me segue no snap porque vai ter risada garantida das besteiras diárias que falo lá, zoeira. Desejo muita uva passa na maionese para vocês, piadas do tipo daquelas do pavê ou pra comer? Que o restinho de 2016 seja incrível a todos e que 2017 venha com tudo e seja ainda mais incrível com todas as coisas que virão para ser vividas e que nós saibamos tirar o melhor de cada situação e acima de tudo tenhamos equilíbrio. Já desejei tudo de bom para vocês, agora vem a minha parte, eu desejo ter apenas saúde e sabedoria para entregar o TCC no meio do ano que vem e passar no máximo de matérias possíveis para me formar o quanto antes e o CREA chegar e com isso no final de tudo, eu possa gritar eita que viagem mais louca, valeu cada sacrifício, cada experiência, cada final de semana perdido, noites mal dormidas e claro todas as amizades feitas no meio do caminho. Que maneira mais estranha de terminar isso aqui heim, parece discurso de formatura, é que o nono termo de 10 vem aí né, mas é isso amiguinhos que 2017 seja do caralho para todo mundo, com o perdão da palavra e vocês vivam o dia depois do amanhã com muitos eitas.

Um 2017 Duca

Ouvindo rap francês, é mole?

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