E agora, José?

os arrimos, José, que espero
dependem das ofertas ?
dos meus dias?
da fumaça de um incenso que não sobe?

pobre de mim, José!
não sou sombra de tua sombra:
orvalho seco, fumaça pouca

a tua graça é gratuita
um mar caudaloso que Teresa prometeu

pobre de mim, José!
que só tenho o silêncio do mistério
e as mãos de Deus

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