Uma bala na minha cabeça, finalmente. Respirando a catástrofe, eu me sinto feliz que tenha acabado. Eu não prestaria em minhas mentiras, nem nos braços flácidos de alguém. Ponho minha cabeça baixa, permaneço ela lá. Ninguém que sinta o gosto da minha concepção a manteria levantada. Merda, eu exalo isso. E eu morro por isso. Eu estou aqui para sempre, está fora de tudo, e aumenta. Arrumar seus próprios métodos, de nada vale. Minha garganta me destrói, eu estou tossindo ha três semanas. Uma bala na minha cabeça, finalmente. Eu morro mais a cada vivência. O que restou da minha presença?

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