Eu tinha algumas discordâncias quanto a questão da soberania da automação, uma vez que, sozinha economicamente ela não produziria mais valor, mas você desenvolveu muito bem todo o texto, deixando a gente na expectativa de explicar tudo, até que chegou a parte da necessidade dos trabalhadores enquanto consumidores pensando na economia no geral e não só na contradição do trabalho.
Caso aceite uma colaboração/indicação na continuidade desses estudos, indico os estudos de Estado de Poulantzas, que desenvolveu a ideia da sociedade como uma condensação de forças entre exploradores e explorados, a historia não é só a historia do burguês sobre o trabalhador mas da reação destes (como cê falou no primeiro capítulo. E também “O martelo da história” do Valerio Arcary que trata do momento atual do abismo gigante entre a montanha de derivativos que temos em relação a produção “real” de capital e valor.
No aguardo dos próximos.
