Seu próprio ombro

Não podia se deixar levar 
Na tristeza e vontades ruins até
Não queria mais sonhar em pé
Sem ver o que lhe fazia divagar

Foi destruir o seu próprio lar 
Foi destruir-se a si mesmo 
Esperança que um dia a esmo
Construísse onde seguro iria ficar

Perdoou o tanto que se perdeu
Por se deixar e não ver direito
O acaso amontoando defeito
Sem dizer qual deles era seu

Consigo agora estava em paz 
Se apoiara no próprio ombro
Limpou onde marcou do tombo
Livrou-se do pó e não caiu mais

Hoje vive a vida de modo diferente
Melhorando a si em cada dia
Tocando o mal que lhe partia
E rindo da tristeza que a gente sente

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