
Refletindo sobre amores desperdiçados
Detalhes tão pequenos de nós dois, que deles hoje você não deve nem lembrar… Ou será que se lembra de quando eu pedia pra olhar a lua cheia, que por estar tão linda, eu sempre à dedicava?
Você era uma das coisas com que mais me importava… Agora eu pergunto a Deus como conseguiu ir destruindo um sentimento tão lindo e puro, pouco a pouco, cruelmente; deixando cicatrizes estampadas em minha imagem refletida no pouco que restou desse amor.
Você se foi e não voltou a tempo, talvez tivesse mesmo a intenção de jamais voltar. Agradeço por isso. Você me deixou perceber que é possível, e eu consigo sim, ser feliz e viver sem você.
Se eu fechar os olhos por alguns instantes, talvez eu veja você. Entretanto, a intensidade já não é mais a mesma.
A escolha foi sua. Eu realmente não queria que fosse assim. Mas, fazer o que se na vida a sós nada se pode decidir?!
Não consigo descrever quão grande é a minha decepção comigo mesma! Pleonasmos intensos e insuficientes.
Como eu pude viver sob as condições que você me oferecia durante todo esse tempo?
“Eu nem sei como eu cheguei até aqui, mas saiba que estou FELIZ!”

Texto e foto datados de 17 de Junho de 2008.
Trilha sonora:
A lua que eu te dei, Herbert Viana.