#CarnavalSemAssédio já conta com apoio de diversos blocos

Quando 82% das mulheres que responderam a uma enquete afirmam terem sido vítimas de assédio durante o Carnaval, o alarme soa.

Se durante o ano andar pelas ruas, especialmente em alguns locais e em determinados horários, deixa a maioria das mulheres preocupadas, no Carnaval, o assédio se torna mais intensivo. O pior é que isso acontece em ambientes que deveriam ser de celebração, liberdade e alegria.

A questão é que muito homem ainda acha que mulher tem que aceitar o assédio durante o Carnaval. Uma pesquisa realizada pelo Instituto Data Popular no ano passado mostrou que 61% dos homens acreditam que mulher solteira que pula Carnaval “não pode reclamar de ser cantada”.

Por isso a iniciativa de vários blocos de São Paulo e alguns de outras capitais em aderir à campanha #CarnavalSemAssédio é tão importante. Promovida pelo Catraca Livre em parceria com os coletivos “Agora é que são elas”, “Nós, mulheres da Periferia” e “Vamos Juntas?”, além da revista “AzMina”, o objetivo é tornar a folia mais agradável e segura para todo mundo.

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