Quem somos?

Crédito: Dmitry Ratushny
A árvore cresce enquanto o tronco é flexível

Toda e qualquer transformação deve acontecer no período inicial da vida. Temos essa oportunidade diante do “ser essencial ou autêntico” que é o bebê, o qual nasce com uma esquisita capacidade de AMAR. Aproveitemos essa fase com muita dedicação e amor, pois é exatamente disso que ele precisa para amar e escrever uma bela e verdadeira história.

Homens e mulheres, todos nascemos de dentro da barriga de uma mãe. É de se supor que essa mesma mãe seja a responsável por nutrir, amar, acarinhar, proteger, confortar, tranquilizar, amparar e cuidar desse filho/bebê. Seus meios para isso vêm de outras fontes que a cercam que não serão mencionadas aqui. Missão enobrecedora das mães!!!

Tarefa difícil e inegociável, mas sublime e grandiosa!

Alguém em sã consciência não quer o melhor para seu filho?

Tratemos de arregaçar as mangas e fazer das tripas o coração, pois almejamos um resultado positivo, nos propomos a isso quando resolvemos gerar uma vida.

Não podemos nos acomodar e concordar que a história se repita… educamos da maneira que fomos educados, pois é assim que sabemos fazer…Poxa, nada de aprendizado? Nada de conhecimento extra? Não aprendeu nenhuma lição com a vida? Foi tudo perfeito e pretende repetir???

Vamos evitar que nossos filhos assumam “personagens” como mecanismo de sobrevivência, pois há uma distância enorme entre o “ser essencial ou autêntico” e esse “personagem” que a princípio lhe servirá de refúgio.

Somos todos sobreviventes do desamparo da mãe (frase forte e chocante…)

O personagem não nutre o ser essencial.

Não devemos seguir uma frase dita por Napoleão: “A história é um conjunto de mentiras sobre as quais se chegou a um acordo”. 
Ela não se refere a esse tipo de história, mas caiu como uma luva…


Confira aqui nosso último post: “Parir com a alma”.