Orphan Black: review 5x07 — “Gag or Throttle”

Rachel Duncan — Orphan Black

Bom, para quem odeia Rachel — todos os fãs da série — esse foi um episódio em que a gente se odiou tanto, mas tanto que… enfim, era previsível que Orphan Black nos traria uma rendição de uma vilão odiosa, mas não do jeito que vimos com Rachel Duncan. Sim, infelizmente não tem como falar desse episódio sem ser com um spoiler de que há uma rendição. Como? Aí eu não vou dizer.

Antes de começar a falar do episódio em si, no review anterior eu deixei passar que Ira tinha ficado vivo, mas nem me liguei que não, ele se foi junto com Susan. Então… sem Ira gente, me equivoquei aqui.

O episódio começa simplesmente com um flashback e nele conhecemos a infância de Rachel e sua criação. Para quem desconfiava, soubemos de fato que ela sempre foi o rato de laboratório de Dr. Leekie, sempre sendo testada, examinada e tendo seu corpo usado para a ciência.

Rachel sentia-se abençoada por saber mais das clones do que as outras, mas isso também sempre foi a sua maldição, porque toda aquela criação tornou-a aquilo que ela era agora. Um fantoche.

Ao visitar a ilha de Westmoreland ela assina um termo do qual se abstém de monitores e qualquer vigilância, sendo a única clone livre de qualquer teste ou monitoramento, já que, se for pensar bem, ela já deu tudo o que tinha que dar a eles, enquanto as outras ainda deveriam ser estudadas e apresentavam perigo.

Mas, infelizmente — ou felizmente — Rachel descobre que o senhor Westmoreland não cumpriu com suas obrigações…

A morte de Ira certamente deixou Virgínia sem alternativas, já que praticamente quase todos os seus Castores morreram, exceto Mark — o marido de Grace dos Proletheans!!!!! — que aliás ela estava visitando Helena naquele exato momento, enquanto Mark encontrava Virgínia na ilha. Tanta coisa para assimilar? Pois é.

Aliás Helena se tornou um alvo para Westmoreland também e Mark, em troca da cura, teria interesse em ajudar nessa caçada. Por isso a visita de Grace?

Descobrimos que Kira seria a nova Rachel, o início de uma nova linhagem de clones, sendo assim, Rachel volta à DYAD sob ordens de levá-la à ilha, mas, antes, retirar seus óvulos.

Rachel and Kira

Rachel não parece mais a mesma pessoa, na realidade o episódio inteiro Rachel se torna indecifrável e Kira torna-se fundamental para trazer à tona sentimentos profundos e mágoas do passado. Tornando Rachel humana (?).

É claro que não podemos esquecer da volta de Alisson, que eu vou falar bem a verdade, ela poderia se passar muito bem por outra clone. Gente que cabelo era aquele? Cadê o rabo de cavalo? A franjinha? Eu não acredito que Orphan Black vai acabar e Alisson vai perder toda “aquela essência” do personagem. Ok que ela foi para outro lugar e queria se reinventar, mas ela é hilária, poderiam manter aquele cabelo dela, a mudança foi muito QUE?

O episódio acaba de maneira extremamente tensa e agonizante, aliás o episódio tende a passar num piscar de olhos, pra mim ele teve 15 minutos, se você não frisar bem os olhos na televisão/notebook ou o que for, você perde muita coisa.

Se tem uma palavra que eu poderia usar para caracterizá-lo, seria épico! No fim de tudo Rachel foi tão vítima de tudo isso quanto, claro que não ameniza o fato de ela ter sido odiosa e ter feito as piores coisas o tempo todo. Porém, se você não viu o episódio, entenderá!

A promo do oitavo episódio saiu, e aparentemente, você não pode ver nada do que vai acontecer, já que estamos na reta final e Orphan Black nos deixará de queixo caído de uma maneira que nem uma promo pode ter imagens. Pensa!

Eu não estou preparada e vocês?