Sobre como idealizo o ato de amar

Amor deve ser aquela agonia louca que dá quando você está deitado domingo pra lá do meio dia, e tá calor, e você está ainda meio molenga, abraça um travesseiro, e ouve passar uma avião lá longe, lá em cima, bem distante, e aquela sensação de despertencimento, de abandono vem tão forte, e parece que tudo na sua história te abandonou. Mas você ouve o avião e a sensação também é de sonho, esperança.

Amar, mesmo que seja ninguém, mesmo que nunca, mesmo que inimaginável, é esperar por um futuro que faça sentido.