Essa tal liberdade…

Foto: Deborah Pasini

Essa liberdade ainda me é estranha, totalmente incógnita dentro de mim. Às vezes parece vazio, às vezes transborda, mas é sempre um pélago de sentimentos.

Dá vontade de amar, mas amar sem doer, só doar e receber. Um amor singular, ímpar.

Essa liberdade me dá nostalgia, mas me impulsiona a viver para ter saudades pósteras.

Eu desatino sem culpa, pois sou responsável por toda e qualquer perda de juízo.

Essa liberdade entrou no meu corpo para me impender, me perder e me ganhar, também.

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