Por trás do aplauso, nos bastidores da vida…

Era um dia de domingo como qualquer outro e eu ainda estava na cama curtindo aquela preguiça.

O celular apita.

Havia acabado de receber um vídeo via mensagem de WhatsApp.

Muitas vezes eu deleto sem assistir, pois geralmente recebo vídeos de piadas, ou pegadinhas, coisas que não tenho muita paciência para ficar assistindo. Mas, aquela era uma mensagem diferente, afinal de contas veio de alguém que nunca me encaminha besteirol.

Eis que me deparo com uma música, esta que vou compartilhar com vocês agora:

https://www.youtube.com/watch?v=y_vtsHjeogA

Confesso que assisti duas vezes e como uma boa geminiana que sou, corri para o YouTube para descobrir do que se tratava aquela melodia.

Inicialmente pensei que seria algo relacionado ao processo de autoconhecimento, processo este que tenho vivido intensamente desde o ano passado. Mas, eu não sabia quem cantava, não conhecia essa moça, não sabia nada!

E googla daqui, googla de lá descobri quem era a Flaira Ferro. Aquela pessoa que eu assistia ali ingressou na vida artística com seis anos de idade, e ganhou vários prêmios relacionados à dança, especificamente o frevo. E googla mais um pouquinho encontrei um TEDx com o título Por trás do aplauso onde ela conta um pouco da sua trajetória profissional e da sua dura realidade vivida nos bastidores do palco e da vida. Confesso que este vídeo me deixou extremamente emocionada.

Se você também ficou curioso para assistir o TEDx da Flaira, clica neste link aqui: https://www.youtube.com/watch?v=fGx9MW52lbEN

Neste digamos envolvimento artístico eu sempre estava envolvida com os bastidores, e neste processo de aprendizagem fui auxiliar em muitas atribuições. Fui auxiliar de make, fotografia, figurino, produção, tudo que aparecia eu queria ajudar, eu queria me envolver. E neste processo todo descobri que é nos bastidores que a vida acontece. Você tem que correr para fazer acontecer. É você querer ver tudo perfeito, mesmo que nem sempre a gente consiga esta proeza. É cansativo, é exaustivo, assim como tudo que acontece na nossa vida, mas é gratificante.

A Flaira me fez relembrar de muitos momentos, e nesta diferenciação entre o mundo real e artístico você sempre tem que lidar com os diversos personagens. Muitas vezes aquele que está no palco diante da platéia é ávido e cheio de vida, mas carrega consigo um outro ser frágil, inseguro e que tem tantas falhas e vaidades. Mas o principal ensinamento que ela nos traz é o de se aceitar, de ser quem você, exatamente como se é. Talvez este seja o mais difícil, pois carregamos uma carga emocional grande cultivada dia após dia ao longo de toda a nossa história de vida. E sim, nós camuflamos muitas coisas e acontecimentos, e nos mostramos seres fortes e inabaláveis.

Desde domingo eu tenho me feito os mesmos questionamentos que a Flaira se fez:

“Se eu morrer amanhã eu vou ter investido meu tempo tentando ser o melhor de mim? O que eu fiz? O que eu não fiz que eu gostaria muito de fazer?”

Ainda não encontrei estas as respostas, mas com certeza esta será a chave que abrirá muitas portas. Aquela que fará o meu coração vibrar de alegria. E o seu também caso ainda não tenha descoberto a sua paixão. Mas, eu também acredito que o que estamos vivendo hoje talvez não seja muito legal, mas é o perfeito, e exatamente o que precisamos para encontrar os nossos caminhos e obter a grande realização pessoal.

Eu sou Suzane Braga, profissional de comunicação e marketing. Gosto de viajar, cultivar sonhos e pesquisar sobre arte e cultura. Sou um pouco artesã e agora aspirante a astróloga.

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Xêro!

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