Desconstrução criativa — aula palestra

Palestra aula — que traz um panorama dos ciclos de inovação e abordagens criativas para empresas que querem melhorar ou reinventar seus produtos inovadores para o mercado em constantes mudanças.

Público estratégico

Alunos, professores, empresários, gestores — instituições que contam com colaboradores que estão interessados em melhorar os processos de inovação.

Contato

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Introdução

“A civilização depende de você. Sem pressão.” diz Michael Dearing aos calouros de Stanford ao falar da Destruição Criadora. Michael lembra que aqueles empreendedores inovadores da nova indústria, as máquinas a vapor, foram responsáveis por destruir a velha indústria da escravidão.

No sistema capitalista, o conceito de destruição criadora refere-se aos ciclos de inovação que lançam desemprego e destruição nas indústrias, mas que reconstroem novas indústrias impulsionadas por tecnologias e soluções, que surgem em períodos cada vez menores. Para Schumpeter, o protagonista dessa destruição criadora, é o empresário inovador.

Partimos desse conceito para abordar a “Desconstrução Criativa” — os casos de uso, ideias, motivações e metodologias, que sugerem uma plataforma para desenvolvermos nossa capacidade de inovar no mercado.

Sobre Marcio

Marcio começou a hackear soluções a partir da sua vontade por desconstruir as coisas — um interesse sutilmente revelado nas práticas de quebrar brinquedos. E em um ambiente tranquilo e favorável, uma vez que seus pais não lhe puniam por aquilo, desenvolveu hábitos de olhar os objetos, e a natureza, como elementos que pudessem ser transformados. Essa visão cresceu e proporcionou viagens além desconstrução, revelando caminhos para a construção. Marcio mudou-se para o Vale do Silício em 2000 e trabalhou como evangelista de tecnologia e em projetos de inovação para empresas como Netscape, Yahoo! e Mozilla, ao voltar ao Brasil. Hoje é empreendedor e atualmente trabalha para SlidN, uma startup que favorece a co-criação de conteúdo permitindo que autores possam criar apresentações colaborativas.

Abaixo são anotações rascunho que são elementos que poderão acontecer na palestra. Ao final você encontrará algumas certificações e links para contato. — Marcio Galli

A arte de desempacotar e empacotar

Mark Andreesen e Jim Barksdale, co-fundadores da Netscape, apresentaram uma visão — “bundle and unbundle”. Na entrevista, intitulada “How to Succeed in Business by Bundling”, Jim relembrou o dia que lhe perguntaram:

“How do you know that Microsoft isn’t just going to bundle a browser into their product?”.

Como você sabe se a Microsoft não vai simplesmente empacotar um navegador dentro do seu sistema operacional? (adaptação da tradução)

Jim respondeu que a resposta saiu imediatamente — senhores, só existem duas maneiras de fazer dinheiro: desempacotando e empacotando.

Tipos de inovação

With each step in this evolution, building your technology became easier and less cumbersome. Instead of writing thousands of lines of code to initiate a credit card transaction, you call the Stripe API in a single line of code.

Pascal Finette, The Heretic

Ao ler o artigo eu imediatamente escreví para Pascal uma nota de agradecimento. Fiz isto porque, no passado, eu havia escrito para Pascal perguntando sobre o meu projeto intitulado Tela Social. Indaguei algumas razões sobre o por que não tinha dado certo, etc. Pascal respondeu rapidamente comentando que eu deveria focar em aplicação e não me portar como tecnologia. Naquele momento eu pensei que eu era, realmente, uma empresa de aplicação mas me portando como se fosse de tecnologia.

Um ponto principal, estampado no comentário do Pascal, é que todas essas camadas de tecnologias estão mesmo proporcionando que ideas possam ser lançadas praticamente imediatamente — se levarmos em consideração o custo de lançar uma nova plataforma com base nas tecnologias e plataformas existentes. Nunca foi tão fácil de se prototipar certos tipos de ideias. Até certos projetos de hardware, agora, podem ser acelerados em plataformas como as de crowdfunding.

Plataformas e hábitos

Mais uma indústria de escravidão, que não aceitamos falar porque temos coisas piores e se chamarmos isso de um grave problema, como vamos nos aceitar diante dos maiores problemas? (Photo picture Stock Adobe)
  • Assim, tivemos nossos rádios de carro;
  • Assim, temos o Waze;
  • O filme “Flash of Genius” traz uma ficção baseada na história de Robert Kearns, que inventou o limpador de parabrisas intermitente.

Mas eu acredito que isto seja um grande problema, um problema com consequências de potencial perigoso para nós como uma sociedade, como uma cultura e como indivíduos. Não é que os experts não tenham contribuído para o mundo — é claro que contribuíram. O problema somos nós; nos tornamos viciados em experts. Ficamos viciados na convicção deles, na asseguração, na definitividade, e neste processo, nós cedemos nossa responsabilidade, substituímos nosso intelecto e inteligência pelas supostas palavras sábias deles.

Noreena Hertz em Como usar os experts — e quando não usá-los!
Autora do Global Capitalism and the Death of Democracy

Dilema do Inovador

Para empresas de tecnologia, mas para se pensar sobre hábitos ou condições que definem mercados

Simplesmente queremos trazer o exemplo e história principal do livro — a evolução dos dispositivos de armazenamento. Mas para nós, aqui, que não estamos, nesta sala, falando de fábricas dispositivos eletrônicos, como serve esta história?

  • Serve para observarmos o mercado como uma plataforma. Para entendermos que o alicerce, onde fundamos nossas empresa, é uma plataforma flutuante.
  • Uma plataforma que está em movimento.
  • Que sofre mudanças.
  • Só que terremoto ocorre a todo momento, alguns leves outros fortes.

Inovação de Usuário

História de Louis Plante, músico e engenheiro elétrico, diagnosticado com Fibrose Cística, que sofria de um tratamento, segundo ele “bárbaro”, onde para retirar o muco de seus pulmões, o tratamento era basicamente receber “porrada” no peito, ou nas costas. Um belo dia, ele assistindo uma palestra, havia sentado perto do alto falante, e foi uma situação constrangedora porque sempre que o palestrante falava, ele tossia. Fast forward nesta história — ele inventou um aparelho que usa a frequência correta e retira o muco dos pulmões, dele de de muitas outras pessoas que vivem com a mesma doença.

Assim como a história de Louis, outras são enquadas como histórias e casos da Inovação do Usuário — casos como o da invenção do esporte Krav Magá ou mesmo do inventor do Dropbox.

O termo User Innovation é o trabalho deEric Von Hippel, professor do MIT e pioneiro nos estudos que determinam que inovação do usuário é um fenômeno global.

Pensando dentro da caixa

Pensando sobre hábitos, dentro da caixa e o método Zoom In, Zoom Out, Zoom In.

Deb Roy, em The Birth of a Word, nos faz um tour mostrando o desenvolvimento da comunicação de seu filho. Ele gravou 90.000 horas desde o bebê falando “gaaaa” até a construção da palavra “water”.

Professor Shlomo Maital, autor do curso Cracking the Creativity Code, em seu método ZiZoZi, nos pede para fazer o Zoom In, antes. A história do Zoom In, do

Forçando barreiras criativas

O autor Eduard de Bono sugere o modelo criativo conhecido como Lateral Thinking, ou Pensamento Lateral, ou paralelo; e nos pede para colocar novas barreiras na sua frente, que alteram as condições e nos permitem nos tornar criativos.

O que um restaurante precisa para ser um restaurante? liste tudo que precisa: luz, água, dinheiro, mesas, comida, talheres. Agora, quebre em grupos, grupos que irão criar restaurantes criativos. Aplique o pensamento lateral e veja os restaurantes que você irá criar em tempo récorde.

Inovação e cultura

Papel da cultura para os líderes, que inovam

Temos que ter as ideias nós mesmos? Como líderes, nós temos que criar as condições para que a inovação aconteça. Uma cultura forte é menos sobre nossas ideias, normais, como hábitos e nossas prisões ou coisas individualistas.

Assim, podemos refletir sobre o fenômeno intitulado User Innovation. Não em nos cobrar que em sermos aqueles que realmente inovam a partir de condições críticas como aqueles grandes inventores que inventam porque sentem na pele — os que estão fora da zona de conforto. Você poderá viver na pele ou você poderá dar suporte para os que vivem o problema. Você pode cultivar um ecossistema criativo e construtivo ou uma experiência que você passa a ser parte da tribo.

“The role of a creative leader is not to have all the ideas; it’s to create a culture where everyone can have ideas and feel that they’re valued. “

Na história do Brian Chesky, Airbnb, ele e o Joe, foram simplesmente morar em uma casa e precisavam de dinheiro para pagar o aluguel. Eles se deixaram viver e aquilo foi incrível — tão incrível que ele teve vontade de contar para mundo.

But their true value (and the value their investors see in them) is in their business model, customer engagement and acquisition, brand and marketing.

Pascal Finette, The Heretic.

Certificações e cursos

Certificados online em cursos de inovação — consulte sobre outras certificações do autor e palestrante
Marcio [Taboca] Galli

Written by

Entrepreneur and writer-learner. Interest in management, CEO superpowers, innovation and technology history.

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