Aquele que não vê a caminhada como simples meio de locomoção ou atividade física, mas que dá sentido estético à ‘divagança’. Quando o caminhar serve para ver a cidade com olhos em diferentes direções, olhos que não sejam de informação, mas de contemplação; quando caminhar torna-se experimentar sentidos através do movimento, o que se faz não é mais caminhar, mas flanar. Flanar é fazer o ato de caminhar não ter sentido algum e ao mesmo tempo ter todos.
O Tratado da Flanância (ou o alvará da vadiagem)
Felipe Moreno
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“I walk a lot, I’m a walker. I found out if I don’t walk I end up in one spot.”

— Mitch Hedberg

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