Lendo Memorial de Aires de Machado de Assis, surpreendi-me quando o personagem Aires relata que…
Rodrigo Silvestre
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Isso nos leva aos tempos da poesia grega, das cantigas portuguesas e às lendas e contos dos griots africanos. A oralidade como meio único de tradução.
Também me lembra a fila extensa de poetas e escritores que morreram como indigentes e páreas da sociedade. Baudelaire, Melville, Camões, são só alguns.
Nosso fado bem enunciado em “[…] assim como espero que alguém, algum dia, também chore a minha morte mesmo que não me tenha conhecido.”