Começando.

é sempre difícil começar algo novo.

Esse ano tem se mostrado cheio de coisas novas, ao mesmo tempo que velhas. Coisas que eu não gostaria de ter que enfrentar de novo, outras que eu anseio experimentar.

2016 foi um ano longo e que ainda não acabou, obviamente. Mas, eu comecei o mestrado em História, mudamos de casa, foi meu primeiro aniversário sem meu avô (para referência, nós fazíamos aniversário no mesmo dia), a graduação em Relações Internacionais se mostrou cada dia mais o que eu queria pra vida, mesmo não me dedicando da forma como eu queria, ou que achasse certo.

O fato é que esse último semestre foi muito atípico. Tivemos questões domésticas inesperadas, planos frustrados, uma greve complicada até de entender. E tudo isso em um mix que está transformando dezembro num mês que dura anos.

Dia 28, a família Coimbra vai se tornar Coimbra Pastro, e apesar de ainda sem os laços legais da burocracia, nós vamos nos casar, primeiro na vida, depois no papel.

A intenção aqui é a de apresentar uma pessoa em pedaços, mas, que está se reconstruindo, a partir de novo começos (e que tem um pouco de medo desses).

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