Meu primeiro texto no blog da HE:labs foi sobre o ego de artista.
É impressionante quando o mundo muda quando a gente descobre que o sol não gira ao nosso redor.
Já iniciei uma conversa na sala do slack de design da HE:labs falando de como o designer se acha Deus, solucionador, imprescindível mas que geralmente fica no âmbito do belo, do gosto ou pior do discurso.
Os desenvolvedores, que para muito profissional do design de interface (ou o velho web design) é o diabo podador de criatividade, preguiçoso, que não colocou a margem correta no belo botão que eu desenhei. Esses nerds de calça cargo conseguem se articular e organizar para compartilhar conteúdo, produzir coisas, pensar e por o futuro da profissão e da sociedade de forma espetacular.
Da mesma forma aquele cliente que a gente teima em tratar com desdém, porque não conhece nada de cores ou tipografia, que quer por comics sãs com degradê em tudo. Mas que muitas vezes conhece de um milhão de coisas que são muito mais relevantes para o negócio dele do que aquele espaçamento de um milímetro que vai gerar a harmonia perfeita no tipo da marca. Inclusive que ele não deve investir aqueles 5 mil no verniz localizado que eu tanto pedi.
Apesar de ter uma carreira nova já falei tanto sobre isso que já não sei mais não me repetir nesse assuntos. Espero presenciar uma mudança nesse cenário. Na verdade espero fazer parte dessa mudança. Seja escrevendo ou compartilhando posts como esse, em eventos ou sendo a profissional que eu acredito.