Titânia e o pacto da lâmina

No livro do jogador da 5° edição de Dungeons and Dragons fala sobre as formas de pactos do Warlock ao chegar no nível 3. No primeiro nível já é definido o Patrono do bruxo.

Daath acredita estar compactuando com Hanali Celanil, a deusa da luz, amor, das artes, dos apaixonados e também… dos bardos. Ele como um bardo de nível 3. É na verdade então, que ele está selando um acordo com Titânia, a rainha feérica do verão, sua patrona agora.

O pacto escolhido é o da lâmina. Retirado do livro temos:

O PACTO DA LÂMINA

Você pode usar sua ação para criar uma arma de pacto em sua mão vazia. Você escolhe a forma que essa arma corpo-a-corpo tem a cada vez que você a cria (veja as opções de arma no capítulo 5). Você é proficiente com ela enquanto a empunhar. Essa arma conta como sendo mágica com os propósitos de ultrapassar resistência e imunidade a ataques e danos não-mágicos.

Sua arma de pacto desaparece se ela estiver a mais de 1,5 metro de você por 1 minuto ou mais. Ela também desaparece se você usar essa característica novamente, se você dissipar a arma (não requer ação) ou se você morrer.

Você pode transformar uma arma mágica em sua arma de pacto ao realizar um ritual especial enquanto empunha a arma. Você precisa de 1 hora para concluir o ritual, que pode ser realizado durante um descanso curto. Você pode dissipar a arma, guardando-a em um espaço extradimensional, e ela reaparece toda vez que você criar sua arma de pacto. A arma deixa de ser sua arma de pacto se você morrer, se você realizar um ritual de 1 hora com outra arma diferente ou se você realizar um ritual de 1 hora para romper seu elo com ela. A arma aparece aos seus pés se ela estiver no espaço extradimensional quando o elo for quebrado.

Como fica no jogo?

Cada sonho se tornava mais real e o último, com a provação em combate através da vitória contra a senhora demônio, Daath recebe a bênção da sua guia e patrona.

Plante seu desejo e cultive sua vontade, colha o presente que lhe entrego e espalhe meu nome.

A lembrança dos companheiros caídos na luta anterior somada ao enterro dos corpos resumiu-se na palavra: Exaustão. O ritual, contudo, precisava seguir em frente. Um pequeno buraco no chão e algumas gotas de sangue, as palavras mais sinceras recitadas mentalmente e a espera de uma hora. Aos poucos, em transe e sem perceber, Daath fazia um broto nascer. Naquele local aparentemente envolto por morte, a vida surgia. Retirando a pequena planta que no fim estava cheia de videiras, uma espada fina e longa com vinhas na empunhadura era retirada do solo. Primavera lacerante é a dádiva que lhe é dada e o nome da cimitarra que cela o pacto entre os dois.