SmarTVs: a nova porta de entrada para malwares nas empresas

A proteção parte de dois pontos principais, o primeiro é a segregação de acessos. Isto significa que as smarTVs devem pertencer a uma rede isolada, separada da infraestrutura corporativa, o que impediriam sua identificação em movimentações laterais dos malwares. Em segundo lugar está a monitorização do acesso à internet por parte das TVs. Softwares devem verificar se existe algum tipo de comunicação não esperada para aquele equipamento, como se conectar a um servidor estranho, que é bastante incomum. Se acontecer algo estranho, um alerta deve ser emitido para que seja feita uma averiguação mais profunda.

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