
Como financiar o RBI
É um tema recorrente entre os fãs e ativistas do Rendimento Básico Incondicional (RBI). É também uma arma de arremesso para muitos críticos “realistas”. Tem feito correr rios de tinta nos media mais atentos e afoitos. É tema de debates em círculos mais eruditos e objeto de análises e estudos por grandes “cérebros” da filosofia política e da economia.
O que se propõe aqui é um ponto da situação através de uma síntese documental e um resumo da reflexão desenvolvida desde 2013 pelos elementos do grupo de trabalho do RBI-portugal.
Links:
►Bibliografia (reunida por Roberto Merrill)
Comentários:
Há muitos mitos em torno dos processos de criação do dinheiro e sobre as mãos que supostamente o controlam. O RBI acabará com a “percepção dominante de escassez” que nos persegue como uma constante ameaça.
As principais hipóteses de fontes (possíveis ou impossíveis) de financiamento do RBI que costumam ser apontadas são: IRS, IVA, IRC. Impostos novos sobre poluição, transações financeiras, grandes fortunas, apropriação de recursos naturais. Criação de moeda nova.
“A economia não é de todo uma ciência exata. Se o fosse não teríamos chegado aonde chegámos…podemos pensar fora do sistema e dentro do sistema soluções para o financiamento. Ter certezas ou dá-las, não podemos!”
“O RBI pode ser uma atitude desesperada do capitalismo para manter as pessoas agarradas a essa folha de papel”, mas se “pensarmos fora do sistema, não pensamos em dinheiro mas sim, em algo mais verdadeiro e sincero, como, recursos!”… dando às coisas um valor real e não monetário.
