Fragmentos


Assisti a primeira parte de “O Efeito Borboleta” domingo. O título refere-se a uma aplicação homônima referente à Teoria do Caos. Àqueles que já assistiram, talvez saibam o que estou falando.

Dizem que temos controle, total autoridade sobre nossas vidas. É exatamente nesse ponto que entramos em paradoxo! Vamos de encontro com a não-linearidade! Chega a ser engraçado, como as coisas podem mudar por um simples gesto. Retorquir nossa existência é algo muito comum. Sim, vivemos a era do caos, a era do stress. Houve um tempo… um certo tempo… disparidade em relação aos conceitos atuais, outros valores eram julgados.

A reflexão ainda faz parte na existência de alguns. Outros, desconexos de sua integridade particular, optam pelo estouvamento. Sinto-me afortunado por fazer parte do grupo inicialmente apontado. Mesmo que por vezes, julgado ou menosprezado.

A acepção da representação acima, é uma das poucas coisas que impulsiona minha existência. Isso por um simples motivo: eu tenho feeling! E enquanto houver, cá me fará jazer… “Never surrender!”

Dentro das várias facetas do ser humano, a perfídia se faz usual. Estou completamente extenuado dessa. A vivência ostenta falsos valores, porém se fazem evidentes através da experiência…

Ainda têm gente que pergunta o por quê da “frieza” ou certa apatia relacionadas aos fenômenos existenciais. Pasmem: fruto da insensatez de alguns, que gerou cicatrizes que jamais irão se rescindir!

Entro eu, em contradição nesse contexto? Outrora aleguei sobre aquele comando irreprimível, e volto a citá-lo. De fato, não temos esse controle! Um simples ato, por mais fútil que seja; uma ação frívola se faz considerável e transforma o porvir!

Uma vida, um fractal, muitos fragmentos…

Texto original: 03 de outubro de 2006
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