Nada é o que parece ser


Experiências me levam a crer que, de fato, nada é o que parece ser. Infactível definir o conceito intangível do real. Outrora projetei meu semblante além e o avistei perdido em uma realidade paradoxal e indefinida.

O ser humano é doente, enfermado sob sentimentos que velam o panorama de sua alma e que jamais hão de florescer. Talvez vivamos uma realidade alternativa, onde o indivíduo arrisca discernir de sua maneira, causando a não-linearidade. É preciso acatar nesse aspecto para a coexistência.

Suportamos cargas que comprimem nossas carcaças sobre o solo, aliados à frenética brisa que corrói nossas almas, enferruja nossas percepções e selam nossos olhos. Por vezes vagamos cegamente como se avistando uma forte luz que queima e dilata nossas pupilas.

Sobre esse aspecto, alguns dos empecilhos que suportamos, são seres semelhantes, porém díspares em suas realidades. Novamente volto a citar aquela tal “realidade”.

Avisto novamente meu semblante vagando, porém carregando consigo apenas expressões de apatia. Apatia, meramente por descrer! Vazio, isolado.

Porém, é justamente esse vazio que nos leva a ressurgir em meio ao caos exterior e buscar novos horizontes. Foi ele que me levou por vezes à reflexão, me fez mudar e tomar certas atitudes.

Posso alegar que esse vazio é o primeiro passo para a evolução. Entretanto é necessário saber utilizá-lo, captar essa oportunidade para si.

E a descrença citada anteriormente torna-se uma nova crença… uma crença que não busca dogmas, regras… uma crença que está acima de qualquer criação, acima de qualquer lei…: a crença em si mesmo!

Prossigo marchando buscando estabelecer metas pessoais… e tenho certeza que algumas hei de alcançar. E é justamente isso que fará a diferença: “Never Surrender”!

Texto original: 16 de maio de 2007
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