ADQUIRINDO A CIDADANIA CELESTIAL

“Ganho entendimento por meio dos teus preceitos; por isso odeio todo caminho de falsidade.” — Salmos 119:104

A humanidade procura desesperadamente uma conexão entre a origem da vida e o seu criador e devido aos enganos enraizados desde o princípio da humanidade a religião tem levado o homem para caminhos obscuros e mortais. E infelizmente a Bíblia tem sido utilizada como objeto para propagar um dos maiores enganos: a vida após a morte. As idéias sobre céu e inferno e os caminhos que levam a ambos tem sido responsáveis por colocar homens com boas intenções do lado oposto da verdade, tais mentiras tornam estas pessoas rebeldes contra o Deus Altíssimo.

O entendimento no que diz respeito a salvação irá colocar muita gente em uma situação embaraçosa quando estiverem diante de Jesus Cristo. Achando que durante toda sua vida serviram ao filho de Deus, irão descobrir que sequer Jesus os chegou a conhecer, isso provavelmente causará revolta em seus semblantes no momento em que descobrirem que foram enganados.

“Digo-vos que muitos virão do Oriente e do Ocidente e tomarão lugares à mesa com Abraão, Isaque e Jacó no reino dos céus. Mas os súditos do Reino serão lançados para fora, nas trevas; ali haverá choro e ranger de dentes.” — Mateus 8:11–12

A verdadeira salvação está descrita em Romanos 10:9–10: “Se, com tua boca, confessares Jesus como Senhor e, em teu coração, creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo”. E mesmo com a clareza contida nas palavras do Apóstolo Paulo impelidas pelo Espírito Santo, as igrejas se recusam a entender o conceito da Salvação em Cristo Jesus.

A palavra utilizada para confessar é do grego “homologeo” que em sua definição mais ampla é: concordar com, consentir, conceder, não rejeitar, prometer, não negar, declarar, falar abertamente ou livremente, louvar, celebrar. Em uma definição mais objetiva aos dias atuais é SUBMETER-SE AO SENHORIO, ou seja estar sujeito a alguém.

Portanto não basta confessar que Jesus é Senhor e crer que ele é o filho de Deus e que venceu a morte, tem que se sujeitar as suas ordens para receber a salvação. Vejamos o que Jesus disse a respeito disso:

“Quem é, pois, o servo fiel e prudente, a quem o senhor confiou os seus conservos para dar-lhes o sustento a seu tempo? Bem-aventurado aquele servo a quem seu senhor, quando vier, achar fazendo assim.

Em verdade vos digo que lhe confiará todos os seus bens. Mas, se aquele servo, sendo mau, disser consigo mesmo: Meu senhor demora-se, e passar a espancar os seus companheiros e a comer e beber com ébrios, virá o senhor daquele servo em dia em que não o espera e em hora que não sabe e castigá-lo-á, lançando-lhe a sorte com os hipócritas; ali haverá choro e ranger de dentes.” — Mateus 24:45–51

Jesus aqui faz a comparação entre dois tipos de servos, um totalmente fiel ao seu senhor e outro totalmente infiel. Veja que ambos os servos reconhecem quem é o senhor, sabem de onde ele veio, seu poder, sua influência — isso significa que as pessoas reconhecem que Jesus é o filho de Deus, que venceu a morte e que é Senhor sobre tudo e todos. — Mas o que vai diferenciar um servo do outro será suas escolhas. Ao passo que os servos fiéis são aqueles que escolheram se submeter as ordens de seu senhor, custe o que custar e os servos infiéis demonstram que não se submeteram de fato mais somente da “boca pra fora”, porque suas atitudes no dia a dia demonstram uma falsa submissão.

Então a salvação não se adquire em dizer que Jesus é o Senhor da sua vida, mais está no fato de se colocar subordinado a vontade de Cristo Jesus em todas as situações que demandam uma decisão que provará a fidelidade do servo ao seu senhor. Aquele que deseja entrar no reino de Deus não deve se limitar ao simples fato de que conhecer Jesus, sabendo quem ele é e o que fez, é suficiente. Pois a salvação não vem por conhecer estas coisas, até o diabo as conhece! Como visto, Jesus mesmo afirmou que muitos virão no dia do Juízo afirmando que o conhecem, mas a verdade é que Jesus não os reconhecerá como seus seguidores.

E é por isso que aqueles que dizem pertencer a Jesus devem passar necessariamente pelo processo de santificação, pois é ai que a fé em Cristo é provada ao ponto de aproximar ou de afastar definitivamente do Senhor. Por esse motivo, para que as pessoas entendessem do que consiste o reino de Deus, que Jesus proferiu o sermão das bem-aventuranças em Mateus 5:1–12.

A RECEITA PARA A SANTIDADE

“Grandes multidões o seguiam, vidas da Galiléia, Decápolis, Jerusalém, Judéia e da região do outro lado do Jordão”. Mateus 4:25

A noticia se espalhou rapidamente entre os judeus após as maravilhas realizadas por Jesus de que Ele era o verdadeiro Messias, e por isso as pessoas se dirigiram até onde se encontrava. Após curar os doentes e ensinar nas sinagogas por toda a Galiléia, Jesus se dirigiu então a um monte próximo ao mar da Galiléia e as pessoas se posicionaram ao pé do monte porque estavam ansiosas para ouvir o que Ele tinha a dizer. Na verdade, elas esperavam ouví-lo anunciar que era o Messias tão esperado e anunciado pelos profetas, o ungido de Deus que os libertaria do julgo romano e que como povo escolhido seriam levantados acima de todos os outros povos e seriam os maiores no reino de Deus subjugando as demais nações. Não muito diferente do que acontece nos dias de hoje quando as pessoas procuram Jesus somente para suprir seus interesses em benefícios próprios.

Mas não foi isso que aconteceu! Jesus não falou o que eles tanto queriam ouvir e estavam dispostos a ouvir e, sim deu a eles os passos necessários e que precisavam ouvir para, verdadeiramente, estarem preparados para fazerem parte do reino de Deus.

PRIMEIRO PASSO: Reconhecer que somos fracos sem Deus

“Bem aventurados os pobres de espírito, pois deles é o reino dos céus”

A expressão bem aventurados vem do grego “makarios” que vai além da descrição de felicidade, se referindo na verdade a uma benção celestial que vem diretamente da fonte de Deus.

No grego existem várias palavras para descrever pobreza, mais o autor do evangelho escolheu a palavra “ptochos” que se refere a uma probreza absoluta e extrema, uma completa miséria!

A finalidade de Jesus era chocar o seu público ouvinte causando um desconforto em seus corações e mostrar o quanto estavam sendo mesquinhos e presunçosos. O que o Senhor queria, era que eles entendessem que os desejos e anseios presentes em seus corações eram insignificantes e sem qualquer valor para Deus, mostrando o verdadeiro caminho que deveriam seguir.

A primeira bem-aventurança coloca em evidência a fraqueza humana. E aqueles que percebem a fraqueza e, que não tem nada para oferecer, e reconhecem que precisam ir à Jesus mesmo sem ter nada para dar em troca, serão abençoados por Deus. Pois a dádiva do Pai consistiu em entregar seu único Filho para morrer em nosso lugar sabendo que o homem não tem nada para oferecer em troca deste pagamento.

Significa que a salvação não está à venda, o acesso ao reino dos céus não pode ser negociado ou barganhado, mais está disponível de graça para aqueles que reconhecem sua condição de miserabilidade total. Infelizmente muitos ainda associam o reino de Deus a riquezas e poder exatamente como aqueles ouvintes e não percebem que para receber a verdadeira benção dos céus é necessário uma extrema pobreza de espírito, reconhecendo que nem o maior feito do homem nesta terra, incluindo o seu, será capaz de pagar o que Jesus fez na cruz, uma condição de total impotência e ao mesmo tempo de gratidão que irá levá-lo para o próximo passo.

SEGUNDO PASSO: Demonstrar verdadeiro arrependimento

“bem-aventurados os que choram, porque serão consolados”.

A palavra em grego utilizada para descrever os que choram é “pentheo” que significa chorar com absoluta tristeza e é a mesma palavra utilizada para descrever o choro de quem perde um filho único.

Pois não há nada que o homem possa fazer como indivíduo contaminado pelo pecado, a não ser experimentar a tristeza ao compreender o que o pecado faz com a humanidade e fez com você e por causa dele Jesus teve que sofrer as consequências em seu lugar e como miserável só lhe resta chorar! Da mesma forma que os ouvintes daquela época as pessoas de hoje buscam o evangelho para se alegrar em vez de chorar. Não querem encarar o fato de que são pecadores e de que precisam ser redimidos e, por isso, a arrogância e o orgulho dominam seus corações.

O choro de absoluta tristeza é um choro de arrependimento genuíno de alguém que busca ser perdoado sem sequer merecer esse perdão. Uma tristeza que conduz ao arrependimento e o seu consolo é o perdão dos pecados mediante o sangue de Jesus, uma benção que nada e nem ninguém poderá tirá-la dos redimidos. Rumo a uma nova vida, como se nascesse de novo.

“Em verdade, em verdade te digo que, se alguém não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus”. — João 3:3

Agora sim! Passando por estas duas confrontações ao entender o evangelho de Jesus e reconhecendo a sua total dependência de Deus e demonstrando arrependimento genuíno estará pronto para o passo seguinte, a caminhada com Cristo.

TERCEIRO PASSO: iniciar a caminhada com Cristo

“Bem-aventurados os mansos, porque herdarão a terra.”

Uma vez que percebes que és fraco, e que esta fraqueza foi a responsável pela morte do Filho de Deus, e esta confrontação te faz experimentar uma tristeza genuína. Então é hora de levantar e ter a consciência de que não há mais tempo para permanecer em cima de um pedestal achando que é melhor do que os outros e fingindo ser o que não é. É momento de descer e experimentar a humildade com a convicção de que seu próximo e Deus são melhores do que você.

Experimentar a mansidão de Cristo é um caminho árduo e que a maioria não está disposta a encarar e preferem seguir um evangelho enganoso e egoísta, como a maioria dos ouvintes do sermão proferido por Jesus no monte.

QUARTO PASSO: Mudança de Caráter

Mas a caminhada do verdadeiro cristão não termina aqui! Precisa continuar em um processo conhecido como santificação, uma mudança de caráter total que vai te levar do velho homem para algo que agrada Deus, de um caráter que foi responsável por te manter afastado de Deus para um que te aproximará de Deus e será refletido no seu dia a dia. Uma mudança radical que provavelmente chocará as pessoas que estão a sua volta.

E esta transformação não ocorre da noite para o dia, é um processo diário onde se deve crucificar a velha natureza humana todos os dias, ao tempo que, pede para Deus transformá-lo à imagem de Jesus Cristo. O que leva então ao passo seguinte:

“Bem-aventurados os que tem fome e sede de justiça, porque serão fartos.”

A palavra grega utilizada para descrever esta fome é “peinao” que significa estar faminto, passar necessidade, e é a mesma utilizada para descrever a fome de uma pessoa que vagou pelo deserto por dias e dias sem água e sem comida.

A verdadeira fome de justiça é reconhecer que durante todos estes anos que passou separado de Deus, por causa do pecado, estava passando por necessidade e, que agora, esta deficiência precisa ser suprida. E a única forma de suprir esta sede e fome de justiça é não se conformar com o seu “antigo eu” e com as coisas deste mundo, buscando transformar a mentalidade se alimentado da Palavra de Deus. Não foi por menos que o apóstolo Paulo afirmou:

“E não voz conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.” Romanos 12:2

Somente desta forma, com a renovação da mente, se alimentando com a palavra de Deus que é a verdadeira justiça, o cristão poderá ser misericordioso. O que nos leva ao próximo passo.

QUINTO PASSO: dar aos outros a oportunidade de mudar

“Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia.”

Um dos maiores problemas da sociedade moderna é que ela tem ensinado como padrão a ser seguido que um indivíduo deve ser melhor do que o outro, o padrão da seleção natural em que o mais forte sobrevive em detrimento do mais fraco, um dos grandes malefícios implantados pela teoria da evolução.

Estes ensinos acabaram por trazer para o seio da igreja o “senso critico” e agora, aqueles que deveriam agir com misericórdia por reconhecerem em Jesus Cristo a verdadeira salvação e o poder de perdoar os pecadores, apontam o dedo como se fossem melhores do que os demais. Não entenderam a verdadeira fome e sede de justiça e cauterizaram suas mentes ao se amoldarem aos padrões do mundo.

Invés de saciarem a sua fome da maneira correta olhando para si mesmos e vendo o quão miseráveis são, se precipitam ao julgar os demais como se aqueles fossem piores pecadores do que eles mesmos, e isso tudo porque lhes falta piedade e compaixão do mesmo jeito que Jesus teve piedade e compaixão por eles. Quando isso acontece você tem que rever o primeiro passo, talvez não tenha entendido o que Cristo fez por você que não merecia uma gota sequer de misericórdia.

“Nada façam por ambição egoísta ou por vaidade, mas humildemente considerem os outros superiores a si mesmos. Cada um cuide, não somente dos seus interesses, mas também dos interesses dos outros. Seja a atitude de vocês a mesma de Cristo Jesus” — Filipenses 2:3–4

Assim como o público ouvinte da época de Jesus, os leitores bíblicos da modernidade não conseguem compreender a verdade contida nas bem-aventuranças e, invés de se submeterem as fases básicas da jornada cristã para de fato experimentarem a misericórdia divina, estão buscando uma liberdade por meio de levantes na esperança de que Deus os faça maiores dentre os demais no reino de Deus. Exatamente como as pessoas do tempo de Jesus!

Uma vez que você aceitou o evangelho da salvação, uma vez que você tenha sentido tristeza pelos seus pecados, uma vez que você tenha demonstrado arrependimento, uma vez que você tenha descido do pedestal, uma vez que você tenha pedido a Deus que o transforme para poder agir com misericórdia, então você conseguirá ser misericordioso e ter compaixão por aqueles que não tiveram a mesma oportunidade de compreender o que você foi capaz de compreender.

SEXTO PASSO: Renovação de pensamentos

“bem-aventurados os limpos de coração, porque verão a Deus.”

Agora que o cristão é capaz de compreender a fraqueza, o verdadeiro arrependimento, de como caminhar com Cristo, de uma mudança de caráter e de retribuir com o próximo o que aprendeu é hora de seguir em frente no processo de santificação.

O verdadeiro cristão precisa limpar a mente retirando toda a sujeira que foi colocada segundo os padrões do mundo enquanto estava inserido nele, todos os pensamentos que não condizem com sua nova condição de redimido e com o novo caráter, que agora faz parte do seu “novo eu”, devem ser substituídos por outros que agradam à Deus.

As bençãos de Deus recai sobre aquele que permite que Jesus transforme seu comportamento, suas atitudes e os seus pensamentos. Somente com uma renovação em seus pensamentos poderá ver e entender Deus e experimentar as verdades contidas em sua Palavra, entender o seu plano final para a humanidade e o seu juízo eterno. Enquanto a mente estiver cheia de pensamentos sujos que impedem um relacionamento íntimo com o Pai, você não será capaz de entender o verdadeiro propósito de Deus enviar seu Filho para sofrer em seu lugar, ou até mesmo entender as profecias que dizem respeito ao fim dos tempos. Uma mente poluída é incapaz de te manter vigilante mais é suficientemente capaz de levá-lo a seguir doutrinas enganosas fazendo com que seja pego de surpresa no grande dia da vinda do Senhor. E uma mente renovada pela Palavra de Deus irá permitir estar diante do Cordeiro quando o grande dia chegar e te fará escapar do juízo e da morte eterna. E só depois de passar por uma série de crescimento seguindo a receita dada por Jesus, que é possível tornar-se um pacificador.

“Prometi sob juramento e o cumprirei: vou obedecer às tuas justas ordenanças.”- Salmos 119:106

EXPERIMENTANDO A VERDADEIRA PAZ

“Bem-aventurados os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus”

Infelizmente o cristão moderno queima as etapas anteriores e se auto intitula filho de Deus, se dá grandes prêmios na intenção de demonstrar a todos a sua volta que Deus está com ele e, “ai daquele que mexer com o ungido do Senhor!” É incapaz de entender que um verdadeiro pacificador é aquele que fez as pazes com Deus, e para isso deve se sujeitar ao processo de santificação com o coração inclinado a obediência total ao senhorio de Jesus, mesmo sabendo que irá falhar em determinados momentos não desiste ou se desvia do Caminho que escolheu seguir.

E é esta paz que dará forças quando vier a perseguição, as críticas, as acusações proferidas na tentativa de fazer o servo fiel acreditar que todas as lutas até aqui foram em vão e sem sentido. Pois o próprio Pai não deixará que estas coisas o abalem ou o destrua e você estará preparado para enfrentar a morte, se ela vier, sem medo e também estará preparado para o grande dia da vinda do Senhor livre de todos os enganos, preocupações e terror que assola a humanidade.

“Bem-aventurados os perseguidos por causa da justiça, porque deles é o reino dos céus.”

Portanto, eis o segredo para estar preparado para o dia em que estará face a face com Jesus:

1. Se você foi confrontado com o evangelho de Jesus;

2. Se você reconheceu sua absoluta fraqueza diante de Deus;

3. Se você demonstrou verdadeiro arrependimento;

4. Se você pediu perdão com sinceridade de coração está pronto para uma nova vida;

5. Significa que está disposto a descer do seu pedestal, então desça!;

6. Permita que Cristo mude a sua vida, caráter e pensamentos;

7. E então poderá experimentar a paz de Deus;

8. E o mundo saberá que és filho de Deus;

9. E sofrerá perseguição por ser filho;

10. Mais terá a certeza de que escolheu o lado certo quando Jesus Cristo vier para implantar a justiça de Deus para todo sempre! Adquirindo definitivamente o visto em seu passaporte celestial para entrar no reino dos céus.

Algumas igrejas tem a idéia de que quando alguém se converte ao cristianismo não está mais sob o juízo. Pensam que o juízo é algo negativo. A questão é que Deus não trabalha desta forma. Aquele que está em Cristo não está isento do juízo de Deus, ao contrário, a justiça divina será aplicada com mais rigor para estes em forma de disciplina. Quando Deus revela o caráter de um cristão é para aplicar uma disciplina sobre ele, para ser refinado e estar devidamente pronto para receber a herança. E este processo disciplinar é chamado de santificação que tem a finalidade de conduzir o cristão para ficar cada vez mais parecido com o caráter de Cristo.

Sem santificação não podemos ver Deus (Hebreus 12:14) e, para isso, é preciso mudar o comportamento, o estilo de vida! Salvação necessariamente implica mudança, como de um embrião sendo formado no ventre de sua mãe (Gálatas 4:19). Uma conversão, literalmente uma mudança de direção que implicará numa mudança de comportamento, no modo de pensar e nas reações diante dos acontecimentos.

“Pois chegou a hora de começar o julgamento pela casa de Deus; e, se começa primeiro conosco, qual será o fim daqueles que não obedecem ao Evangelho de Deus? “ — Tiago 4:17

Agora, para aqueles que não estão em Cristo, que não aplicam em suas vidas a receita deixada por Jesus para a santidade, o juízo é uma punição! Uma pena aplicada que no primeiro momento pode parecer um castigo, mais que na verdade é a aplicação da justiça divina. E esta justiça levará a morte eterna todos que rejeitaram Cristo (rejeitar Cristo se dá na desobediência aos mandamentos bíblicos) assim que o tempo da misericórdia de Deus se esgotar.