Pássaros em um nada de mim

feito camicases lúdicos, as palavras tuas grudam em gengiva minha. tua voz tão veloz e mínima fica expandida em teus olhos próprios. enquanto mudo teu nome tu decerto desvias do bico agudo da ave mais negra. esse bico de pena quisera desenhar ornamentos em nossas peles mas algum desvio acontece. esse mundo ficou mudo tamanha a beleza da musculação de nossas línguas. como numa tarde outonal, teu rosto é hall de entrada todo sol. ai! sinto uma agudeza estomacal quando os pássaros em teu cabelo nadam em um nada de mim.

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