Thaís Campolina
Aug 9, 2017 · 1 min read

Francinete, eu acredito que você não deve ter receio de se dizer escritora, sabia? Eu acho que esse medo de se assumir dessa forma vem muito do fato de que o ato de escrever pode ser feito por muitos e a gente sente que não tem nada de especial na nossa escrita para que a gente possa ter a ousadia de nos definir assim. A gente sente que se dizer escritor é um absurdo por nos colocarmos no mesmo patamar de quem a gente ama ler, sabe?

Seu discurso sobre leitura, escrita e expressão na educação incentiva que todos saibam que podem escrever, fazer arte, se expressar de formas variadas. Eu acho isso fantástico. Isso é dar voz aos outros. No meu texto “Escrever como explosão”, eu falei um pouco sobre minha experiência — privilegiada — de ter um contato bacana na infância com a escrita, a leitura, o desenho e até a música e o esporte como formas de expressão. Acho que você vai curtir.

Abraços!

Thaís Campolina

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Pró pijama e pró feminismo. 30 anos, contadora de casos, louca de papelaria e fã de jogos e livros. Me acompanhe em: https://www.facebook.com/thaisescreve/