Quanto vale sua palavra?
Diferente de grandes negociações, que sempre são acompanhadas de contratos e formalizações, são nos “pequenos deals” da vida profissional e pessoal que a PALAVRA é colocada em prática. É naquele momento em que a mãe pede algo ao filho e ele responde: claro, mãe, faço!, e (quase) nunca faz… ou quando alguém pede para um colega de trabalho encaminhar aquele e-mail mencionado na reunião e ele diz: opa, já já estará na sua caixa!, mas (quase) nunca chega… e todos acreditam que são coisas tão sem importância, que não tem problema não fazer, a outra pessoa não vai notar. Mas nota.
Com a rotina corrida do dia a dia, quem nunca esteve em um lado ou no outro? É comum nos pegarmos nessas situações com bastante frequência, mas isso não torna nossa PALAVRA mais confiável, só porque o outro também faz, e afinal, c’est la vie!
Assim como ultimamente é comum ouvir sobre “micro corrupções” que impactam negativamente na saúde do país, essas atitudes podem ser chamadas de “micro desonestidades”, que são cumulativas e impactam negativamente na nossa imagem, na nossa credibilidade. É o que queremos? Acho que não.
Então, quanto vale a sua palavra? E mais importante que isso, quanto você quer que ela valha daqui para a frente? Vai ser diferente?