Vulcões.

Muitas vezes estamos perto de explodir e explodimos sobre quem não tem nada a ver com a história, simplesmente porque este alguém está perto. Queimamos, machucamos, fazemos chorar. Magoamos profundamente quase sempre aqueles que mais amamos…

Por que sempre os alvos são eles? Porque sabemos que essas pessoas não vão deixar de nos amar, apesar de nossos surtos. A verdade é que uma das coisas mais difíceis do mundo é lidar com o outro. E ninguém, NINGUÉM gosta de ver mal ou calada em um canto a pessoa que se ama.

Os vulcões que despertam também dormem
“Desculpe por me desculpar com você”. Quando um vulcão está perto de explodir, até mesmo um balde d’água vira combustível e faz acelerar o processo.

Todos temos o direito de sermos os vulcões que somos. O que resta é, no dia seguinte, olhar para trás com sabedoria e tentar limpar todo o dano cáustico que nossas reações exageradas causaram. Tudo aquilo que passou feito lava, derretendo, entortando e derrubando aqueles pilares que sempre nos sustentaram. Então é hora de lidar com a destruição.