Dicas da Semana #13

Hehehe, hoje vai ser daora…

CHEGAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAMOS ao final de mais uma semana, e quem diria, é sexta feira 13. Por conta dessa data especialíssima, preparei um #DDS à altura. Então NÃO, você não perdeu dez edições do #DDS, apenas coloquei o #13 em comemoração mesmo. Ponha sua conta em risco, e bora começar essa bagaça.


Nada melhor do que ler este prestigioso artigo ouvindo uma playlist à altura. Então, ponha seus fones de ouvido, apague a luz e se prepare.

Literatura de terror é bem antiga, mas os grandes mestres do gênero, são contemporâneos. Três deles são excepcionais e basicamente moldaram o gênero: Stephen King, H. P. Lovecraft e Edgar Allan Poe. Esses três caras abordam o horror, terror e suspense, cada qual a sua maneira e de um jeito peculiar.

Mas o que ler de cada um deles? Para começar, iremos de Edgar Allan Poe. Uma boa introdução ao gênero é pelo “O Gato Preto”. O livro trata da personalidade de um homem, pela maneira que ele trata seu gato. A medida que a história progride, vemos o quão bizarro é o comportamento humano perante aqueles que, supostamente, são inferiores à nós. Para acompanhar essa obra prima do Poe, aconselho ler “Morella”, um livro sobre insanidade, mente humana e paranormalidade que é instigante e embora tenha uma premissa simples.

Vamos então, para Lovecraft. É bem simples indicar as obras dele: “A Tumba”, “Dagon”, “Nas Montanhas da Loucura” e logicamente, o maior clássico dele: “O Chamado de Cthulhu”. Lovecraft é o responsável pelo chamado “horror inominável”. O mais fascinante de suas obras são os detalhes e a maneira como as criaturas vão aparecendo na trama. Os monstros nunca são mostrados diretamente e geralmente, apenas pequenas aparições, ou visões de partes delas são mostradas, levando os protagonistas das obras, aos poucos, à loucura. Mais obras do H.P. podem ser encontradas na coleção “Os melhores contos de H.P. Lovecraft”.

Para finalizar, o mestre do horror, o nosso queridíssimo Sr. King. “It”, “O Iluminado”, “Tripulação de Esqueletos”, “Cão Raivoso”, “A Balsa”, “O Nevoeiro” e o meu conto preferido dele (tirando “A Torre Negra”) “O Cemitério”. Você irá encontrar de tudo nessas obras, desde o mais sutil suspense, até mesmo cenas fortes de gore, que reviram o estômago. King é o responsável por tornar algo brutal e gratuito em algo aterrorizante, mesmo quando este, deveria ser apenas chocante. Enquanto Lovecraft e Poe focam na sutileza, no terror psicológico, King é mais visual, portanto, não leia caso não tenha estômago forte.

É válida a menção honrosa de “Assombro” e “No Sufoco”, o primeiro uma coletânea de contos e o segundo um conto isolado, ambos de autoria do Chuck Palahniuk, autor de “O Clube da Luta”. As duas obras são bem visuais e MUITO descritivas, então, o conselho sobre o King continua válido para o Palahniuk: não leia caso tenha estômago fraco.

Todas as obras citadas podem ser encontradas nas melhores livrarias, ou em coletâneas, além de estarem disponíveis em pdf, após uma rápida pesquisa no nosso amigo Google.

Contos de terror são bons, porém jogos causam uma imersão sem igual. Eu poderia citar MUITA coisa aqui, começando por Resident Evil, Silent Hill, Fatal Frame, Siren e por ai vai, mas preferi ir pra uma das mais gratas surpresas da nova geração: Outlast. Antes de você continuar lendo, pare, abra o YouTube e procure por “Outlast Reactions”. Vou te poupar de procurar:

Ninguém estava dando nada para Outlast, até ele sair e todo mundo começar a tomar sustos que geram esses vídeos sensacionais. Você controla o jornalista Miles Upshur, que recebe um furo sobre um hospital psiquiátrico. Tudo parece bem, até ele chegar até o local e ver que a polícia e a SWAT estão por lá, porém, em sua maioria, mortos e destroçados. A partir daí, tudo degringola e o jogo mostra seu valor com um horror visual bem daora.

Jogue de headset, luzes apagadas, som estalando e depois me diga o que achou. Oulast está disponível para:

PC por R$ 36,99:

PS4 por R$ 40,99:

E Xbox One por R$ 39,00:

Você já deve ter lido algumas creepypastas. Não? Nem ao menos sabe o que são creepypastas? Esse é o termo usado para histórias macabras que rolam pelos fóruns da internet. São histórias como “Smile Dog”, “The Grifter”, “The Rake”e a conhecidíssima “Ben”. Entre todas elas, a que mais ficou em pauta e deixou MUITA gente tensa foi a lenda do Slender Man.

Criado pelo usuário Eric Knudsen, do fórum Something Awful, o Slender rapidamente ganhou a internet e muitas teorias surgiram, junto de montagens e outros vídeos e todas essas coisas que a internet faz questão de nos prover. Porém, no dia 20 de junho de 2009, Troy Wagner fez uma das maiores webseries que eu já tive o prazer de acompanhar: Marble Hornets.

A trama segue os passos de Jay, investigando o comportamento estranho de seu amigo Alex, que estava gravando um filme para a faculdade, chamado Marble Hornets. Alex entregou as fitas para Jay, a pedidos do mesmo, e aconselhou o amigo a queima-las. A partir daí, tudo fica muito bizarro. Os vídeos são gravados em câmeras simples, o que dá uma certa autenticidade a série, que terminou em 2014, além de causar uma imersão tremenda. Há um total de 87 vídeos da série, e existe também um canal paralelo, o To The Ark. O mais legal de ter acompanhado a série enquanto ela era transmitida, foi acompanhar as discussões nos fóruns do Reddit e do 4Chan. Porém, como tudo que é bom tente a voltar, o canal voltou a ativa com uma nova série: Clear Lakes 44. Eu comecei a acompanhar e bem, continua com os vídeos gravados com câmeras simples e bem bizarro.


Espero que tenham gostado deste #DDS temático. Indiquem para seus amigos (ou não) e deem aquela força dando uma curtida e divulgando.

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