Dicas da Semana #3

Esse jogo é mais lindo que a Margot Robbie de Harley Quinn

CHEGAAAAAAAAAAAAAAAAAAAMOS ao final de mais uma semana, e junto das bebidas, baladinhas e filmes com pizza em casa, vem também o Dicas da Semana #3 (podem usar a #DDS, é nóis)!


Para que a sua leitura seja mais sensacional ainda, trago duas opções de trilha sonora. A primeira é o disco “Experience and Judgment” do Andy Bey. O álbum tem uma pegada meio psicodélica, puxando um pouco de soul com blues e uma vibe de viagem setentista… bem, deu pra entender que é muito louco né? Dê o play, feche os olhos e se deixe levar, vale a pena. Destaque para as faixas “Celestial Blues” e “I Know This Love Can’t Be Wrong”.

Caso não queira ouvir o nosso amigo Bey, recomendo um podcast de games e tecnologia, o Opatabom. Apresentado pelo Victor e pelo Octhavio, o podcast segue aquela linha de informar, com humor, sobre tudo de novo no mundo dos games, gadgets, apps, smartphones e tecnologia em geral. O programa sai quase todos os dias da semana, com quadros de 5 minutos para updates e episódios mais longos, para discutir temas mais específicos. Vale a pena assinar o feed dos caras e dar uma ouvida.

Não me recordo da ordem dos itens do #DDS, então, vamos com uma saga de quadrinhos que foi relançada pela Panini (sua linda!): Batman — A Piada Mortal.

Batman é foda. Coringa é mais foda ainda. Agora, coloque um Coringa insano, disposto a provar que pode enlouquecer qualquer um, adicione sua história de origem e bata em um liquidificador com o roteiro do Alan Moore e os desenhos de Brian Bolland. Pronto, é a receita pra sucesso imediato. Não vou ficar falando muito da história, para não dar spoilers, então, corra até uma banca de jornal e compre. A versão vendida é a Deluxe, que vem com material exclusivo, e custa apenas R$ 23,90. Além da origem do Coringa, tem também um pouco da origem da Oráculo.

Icônico é pouco.

O app da semana é uma alternativa ao WhatsApp. Não que este seja ruim, mas sabe como é né… chega uma hora que precisamos migrar para novas maneiras de se comunicar. Eis que volto a utilizar o Telegram.

“Ah, mas qual a diferença, é tudo igual!?”. São pequenas, mas as diferenças existem. Primeiro, a utilização de stickers. Lembram do MSN que podiamos mandar aqueles emoticons estilizados, bem legais, que marcaram uma era? Então, o Telegram é exatamente sobre isso. Existem milhares de pacotes de stickers, sejam eles já feitos pelos desenvolvedores dos aplicativos, ou feitos pelos usuários. Você clica em um que ainda não possui e BAM, salva aquele pacote de stickers pra você usar.

Os grupos possuem um limite maior de pessoas, permitem que você responda DIRETAMENTE uma pessoa (basta pressionar o que alguém falou e pronto, criar um quote daquilo onde você pode responder, e a quem você quotou, recebe uma notificação). O Telegram também é superior quando se trata de segurança, envio de dados maiores, ser mais rápido. No geral, é bem parecido com o MSN ou até mesmo o finado ICQ, e torna a experiência de falar com seus amigos algo bem mais prazeroso. Baixem, e convidem seus amigos, menos a galera que fica mandando piadas sem graças e com emoticons a cara espaço.

Telegram é gratuito e está disponível para Android, iOS e para web:

O Cartoon Network passou por maus bocados. Os desenhos dos anos 90/inicio dos anos 2000 eram sensacionais, mas aos poucos, foram sendo substituídos por algumas opções duvidosas. Porém, desde 2010, uma série do Cartoon tem me surpreendido muito por ser extremamente divertido, inteligente e ao mesmo tempo nonsense. Esse é o Regular Show (ou Apenas um Show em terras tupiniquins).

Veja bem, Mordecai e Rigby são personagens que não fazem outra coisa, a não ser procrastinar, se zoarem e tentarem, de alguma maneira, se divertir. A trama envolve os dois, durante o turno de trabalho deles em um parque. Tudo é bem nonsense e os diálogos são incríveis. E lógico, temos o clássico momento em todo episódio:

OHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH

Regular Show passa no Cartoon Network (olhem a grade, sério, passa toda hora) e se não me engano, voltou para o Netflix. Google também está ai para dar opções mais obscuras.

Jogos são obra de arte? Bom, independentemente do seu conceito, Journey é uma obra de arte. O jogo está disponível para PS3 e PS4 e trata, literalmente, da jornada de uma criatura até um monte que fica sempre no horizonte.

É redundante dizer que Journey é lindo. Gráficos, trilha sonora, ambientação e narrativa… tudo faz com que você olhe aquilo como uma experiência única. A mecânica é simples: explore os cenários em busca de pedaços do manto do personagem e interaja com outras criaturas para conseguir prosseguir. E é ai que vem a grande sacada:

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A qual eu não vou falar por que é alma do jogo, então JOGUE!

Sério, isso é muito lindo, puta merda.

Journey está apenas R$ 30,99 na PSN, um dinheiro MUITO bem gasto:

Semana que vem tem mais #DDS, e eu sei que estou devendo um conteúdo diferenciado aqui, mas não esqueci, então, fiquem ligados.

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