Crer ou não crer, eis a questão

As pessoas sempre estarão em busca de algo para acreditar: onde podem encontrar paz, harmonia e felicidade, um lugar sagrado cuja fé seja despertada.

Seja no amor, na ciência, na natureza ou religião, tenho o pensamento que um dos nossos principais objetivos na terra é entrar numa "luta" infinita para encontrar nosso próprio Deus, o bem-estar natural e a virtude de se sentir completo e/ou protegido. É árdua a tarefa de tentar esbarrar em pessoas que são cem por cento céticas: que não se ancoram em nenhuma lei divida ou natural a ponto de ter um certo brilho nos olhos quando falam sobre.

Conversar com alguém nunca pareceu tão fácil quando se aborda assuntos que estão no centro de seu amor e admiração; quantas vezes um amante de um bom livro não se fascinou ao lembrar de seu parágrafo favorito em toda a estória? Em quais das vezes um religioso se recusou a palestrar sobre a importância do seu Deus na vida em geral? Por que um cientista cria teorias absurdamente convincentes e fala delas como se fossem da família? Essas perguntas são apenas um sinal de que o mundo é governado pela crença, e seja qual for seu objeto, ela é extremamente válida.

Nós somos uma mistura de tudo aquilo que acreditamos, cremos e compartilhamos. Não há motivos para guerrear sobre 'quem se sobressai com a razão' porque estamos todos com a razão! Todos temos bons argumentos para defender nossas próprias teses, afinal de contas, o ser humano nasceu com inúmeras necessidades, e alguma delas é de acreditar — em algum fenômeno, lenda, em alguém ou até em si próprio.

Sempre fomos, inconsientemente, incentivados e destinados a agarrar algo com determinação e fazer disso real. As dúvidas podem nos cercar em todo momento, nos arremessar de um precipício, bagunçar nossas ideias... mas no final do dia, voltaremos com a total certeza do que vale a pena batalhar para provar a veracidade.

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