E assim seguimos replicando um modelo padrão daquilo que acreditamos ser homem.
Em busca de novas referências
Gustavo Tanaka
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E um dos papéis que nós homens exercemos é a paternidade. Se não procurarmos descobrir quem somos e vislumbrar que existem outros tipos de homens, maridos, amigos, chefes e pais possíveis, passamos de “agredido” para “agressor”, de maneira automatizada e sistêmica, exercendo todo o direito de destruição do outro que esta função paternal nos dá e nem sequer damos conta.

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