Um pouco de tudo e muito de nada
É tão estranho. Silêncio presente ausência que sinto. Como há no espaço vazio se aqui não se existe. Do que não há como pesa o peso que sinto. Se pesar fosse leve e não houvesse há que sinto. “Ausência leve ao menos assim se”. Tudo poderia fazer algum sentido. Mas tempo não pede passagem e no ditado está escrito (…). Se voa ou se fica, coisa certa…
Tua voz me fazquerer ser líricoser épico e tornar-me eternopara sempre sentir tuas estações.
É estranho escutar os meus sons. Como se há em quem pronuncia um amontoado de seres distantes.
Como um coração amarrado, sem amarras para se conter.
É um estar em há outro corpo preencher.De mim eu transbordo e não me vejo.